
GOVERNO DE ALAGOAS – Alagoas é o 2º estado que mais evoluiu em Solidez Fiscal no Brasil, aponta CLP
Análise destaca desempenho do Estado em áreas ligadas à responsabilidade fiscal e capacidade de investimento
Os rankings são ferramentas desenvolvidas pelo CLP com o objetivo de mensurar a capacidade dos entes federativos
CLP
Gabrielly Barreto/Ascom Sefaz
Alagoas conquistou a 2ª posição entre os estados brasileiros que mais evoluíram
no pilar de Solidez Fiscal nos últimos três anos, de acordo com estudo do
Centro de Liderança Pública (CLP).
O recorte considera a evolução das
unidades federativas em relação ao próprio desempenho entre 2023 e 2025,
indicando os estados que registraram maior evolução fiscal.
Na análise divulgada pelo CLP, Alagoas aparece atrás apenas de Goiás entre os
estados com melhor desempenho evolutivo em Solidez Fiscal.
A pesquisa integra o
Ranking de Competitividade dos Estados e avalia a trajetória a partir de
métricas relacionadas à gestão pública.
Os rankings são ferramentas desenvolvidas pelo CLP com o objetivo de mensurar a
capacidade dos entes federativos em promover bem-estar à população. Elaborados com base em dados oficiais, os estudos analisam áreas como educação, saúde, segurança pública, infraestrutura, inovação, sustentabilidade ambiental e solidez fiscal.
A Secretaria de Estado da Fazenda de Alagoas (Sefaz) tem exercido papel estratégico
nos resultados relacionados à solidez fiscal, atuando diretamente na
arrecadação, no controle das contas públicas, no equilíbrio financeiro e na
gestão orçamentária.
O desempenho de Alagoas na classificação reflete ações voltadas à aplicação
responsável dos recursos públicos, ao fortalecimento das receitas estaduais e
ao acompanhamento das despesas, contribuindo para a manutenção da saúde
financeira do Estado.
Renata dos Santos, secretária de Estado da Fazenda de Alagoas, ressaltou que o
avanço de Alagoas em Solidez Fiscal também potencializa a credibilidade
institucional do Estado perante investidores, órgãos de controle e instituições
financeiras. Para ela, a melhoria dos indicadores amplia a capacidade do
governo de planejar políticas públicas de longo prazo e garante maior segurança
para a execução de projetos estratégicos.
“Quando o Estado apresenta evolução consistente em indicadores fiscais, isso
gera mais confiança na gestão pública e amplia as possibilidades de captação de
investimentos e de execução de políticas estruturantes. A solidez fiscal não
representa apenas equilíbrio das contas, mas também a criação de condições para
que o governo mantenha serviços públicos, realize investimentos e tenha maior
capacidade de resposta diante de desafios econômicos”, destacou.
Pontos de destaques na evolução
Entre os destaques está a taxa de investimento, que alcançou 14,93% em 2025,
garantindo avanço de quatro posições no cenário nacional. O índice mede a
relação entre os investimentos liquidados e a receita corrente líquida.
Outro destaque foi o indicador da regra de ouro, no qual Alagoas registrou
índice de 17,21% em 2025, avançando 14 posições no ranking nacional e
alcançando o 1º lugar no Nordeste. O desempenho está associado à
responsabilidade fiscal e à sustentabilidade dos investimentos públicos.
No resultado primário, o Estado apresentou melhora relativa, avançando oito
posições no cenário nacional. Já na poupança corrente, Alagoas subiu 15
colocações e conquistou a 2ª posição regional, refletindo maior capacidade de
investimento com recursos próprios.
O indicador de gasto com pessoal também apresentou evolução, com avanço de sete
posições nacionalmente e a 2ª colocação entre os estados nordestinos,
mantendo-se abaixo do limite constitucional.
“Esse resultado demonstra o avanço na gestão fiscal e a responsabilidade com o
equilíbrio das contas públicas, além da capacidade de investimento. A Sefaz tem atuado de forma estratégica para potencializar a arrecadação, acompanhar as
despesas e garantir sustentabilidade financeira ao Estado”, afirmou Marcos
Freitas, secretário especial do Tesouro Estadual em exercício.
A análise também destaca indicadores que seguem sendo monitorados pela gestão
estadual para o fortalecimento do equilíbrio das contas públicas.
FONTE: Governo de Alagoas









