NOME FALSO E EMPRESAS FANTASMAS – Dossiê revela podres de Gilberto Gonçalves; baixe aqui

Prefeito de Rio Largo e vice são indiciados por furto de energia elétrica |  Notícias |

As campanhas eleitorais seguem pelo estado de Alagoas, mas na hora do corpo a corpo, nem sempre os candidatos cumprem as medidas de distanciamento social e o uso da máscara. Desta forma, além de não se protegerem, deixam os eleitores vulneráveis ao novo coronavírus. Um exemplo é o exercício de Rio Largo. O candidato à reeleição Gilberto Gonçalves tem aglomerado multidões ignorando as medidas sanitárias.

Acusado de corrupção, a campanha de Gonçalves ainda pode ficar mais complicada. Está sendo divulgado nas redes sociais um dossiê que faz uma espécie de retrospectiva de suas atitudes bem suspeitas que lesariam o poder público.  Uma das denúncias é sobre a construção de galpões em nome do ‘laranja’ José Carlos da Silva, gerente da empresa Fidelidade Alimentos, que tem como proprietário: Gabriela Cristina Gonçalves da Silva Cordeiro (afastada) e Claudio Ferreira da Silva, outro laranja do prefeito. Esse último é sócio em várias empresas fantasmas abertas pelo gestor.

Gonçalves estaria também construindo desde 2017, no Tabuleiro do Martins, em Maceió, dois grandes galpões cujo material de construção, máquinas, caminhões e parte do pessoal utilizado no início da obra seriam da prefeitura de Rio Largo, um crime de improbidade. O dossiê também traz outros casos de uso da máquina pública para projetos particulares de Gilberto Gonçalves.

“O prefeito vem utilizando-se dos servidores públicos ‘contratados temporariamente’, bem como de material de construção adquirido pela Prefeitura, na realização de obras particulares. O fato foi denunciado pelos trabalhadores, que após serem demitidos tiveram seus direitos rescisórios negado pelo município”, diz a denúncia. O prefeito também é acusado de usar um nome falso em outra empresa, além de se munir de documentos burlados.

Um dos casos mais absurdos envolve Dorgival Romeiro, que após ter trabalhado de vigia na residência do prefeito, Gonçalves usou, sem autorização, seus documentos para abrir várias empresas, falsificando sua assinatura para incluir o autor da ação como “sócio” na Junta Comercial, constituindo 5 (cinco) empresas.

Confira o dossiê completo clicando abaixo

000- RESUMO FATOS GRAVES 2020 (1)