
Reús condenados pelo assassinato brutal de jovem em Rio Largo durante júri popular: pena de até 24 anos de prisão
Walber recebeu uma pena de vinte anos, sete meses e vinte dias de reclusão, enquanto Samuel foi condenado a 24 anos, dois meses e 24 dias. Ambos foram indiciados por homicídio qualificado por motivo torpe, meio cruel e com recurso que impossibilitou a defesa da vítima, além de responderem pela corrupção dos menores envolvidos no crime.
A execução da pena terá início em regime fechado, e a prisão preventiva dos condenados foi mantida com base na garantia da ordem pública e no perigo que suas liberdades representariam. O júri foi conduzido pelo juiz Geraldo Amorim, da 9ª Vara Criminal, nas dependências do Fórum do Barro Duro.
O caso chocante envolvendo a morte de Mylca teve início quando seus restos mortais foram encontrados por populares em uma via pública de Rio Largo, e partes do corpo foram localizadas posteriormente em um barranco no conjunto Barnabé Oiticica, na Mata do Rolo. Os criminosos encurralaram a vítima, a esfaquearam e posteriormente lançaram um paralelepípedo contra sua cabeça, antes de decapitá-la e arrancar seu coração.
Um dos acusados alegou ter sido ameaçado pela vítima no dia anterior ao crime, e todos os envolvidos eram ligados a facções criminosas rivais. A sentença proferida pelo júri popular representa um passo importante para a busca por justiça no caso de Mylca Simeia da Conceição, cuja vida foi brutalmente ceifada em um ato de extrema violência.









