
GOVERNO DE ALAGOAS – Novo recorde: Alagoas registra mais de 26 mil aberturas empresariais no primeiro semestre
Número de 2026 é 12,24% superior ao antigo recorde, estabelecido no ano passado, com 23.685 constituições
Registro de empresas é totalmente desburocratizado, ágil e com segurança jurídica
Mayara Tolezi / Ascom Juceal
Hotton Machado/ Ascom Juceal
Alagoas bateu o recorde de
aberturas empresariais durante o primeiro semestre. Foram 26.583 novos negócios
estabelecidos ao acervo da Junta Comercial do Estado de Alagoas (Juceal),
entidade responsável pelo registro empresarial no estado e pela divulgação dos
números.
O quantitativo dos seis primeiros
meses superou em 12,24% o antigo recorde, anotado em 2025, com 23.685
constituições. O número de 2026 ainda é superior a quantitativos anuais,
ficando acima dos valores obtidos anteriormente a 2019.
O quantitativo deste ano inclui 20.827
microempreendedores individuais (MEIs), 4.157 microempresas (MEs), 1.107
empresas de pequeno porte (EPPs) e 492 negócios considerados sem porte.
“Ano a ano, estamos batendo recordes.
Isso comprova o grande trabalho efetuado pelo Governo do Estado e pela Junta
Comercial em prol do ambiente de negócios. O registro de empresas é algo
totalmente desburocratizado, ágil e com segurança jurídica, por isso temos
focado além, focado nesse ambiente para que os negócios possam se desenvolver e
gerar cada vez mais empregos e renda para a população alagoana”, reflete o
presidente da Juceal, Thiago Braga Calheiros.
Atividades econômicas
Para o semestre, as principais atividades
foram o comércio (6.415 empresas); transporte, armazenagem e correio (4.962);
alojamento e alimentação (2.638); atividades administrativas e serviços
complementares (1.947); atividades profissionais, científicas e técnicas
(1.876); indústrias de transformação (1.737); e outras atividades de serviços
(1.571).
Para as MEs, os maiores números
foram registrados para minimercados, mercearias e armazéns (150 empresas);
restaurantes (139); atividade médica ambulatorial restrita a consultas (114);
corretagem na compra e venda e avaliação de imóveis (114); serviços de
engenharia (109); serviços combinados de escritório (103); comércio varejista
de artigos do vestuário (98); comércio varejista de produtos farmacêuticos
(86); lanchonetes (86); e atividades de psicologia e psicanálise (81).
Para as EPPs, foram holdings de
instituições não-financeiras (43); restaurantes (40); minimercados, mercearias
e armazéns (38); atividade médica ambulatorial restrita a consultas (37);
construção de edifícios (28); corretagem na compra e venda e avaliação de
imóveis (27); atividades de intermediação e agenciamento de serviços e negócios
(24); comércio varejista de artigos do vestuário (20); transporte rodoviário de
carga (20); e lanchonetes (18).
Para os negócios considerados sem
porte, foram holdings de instituições não-financeiras (101); incorporação de
empreendimentos imobiliários (29); construção de edifícios (26); outras
sociedades de participação, exceto holdings (18); compra e venda de imóveis
próprios (16); transporte rodoviário de carga (12); aluguel de imóveis próprios
(10); comércio varejista de combustíveis para veículos automotores (10);
comércio por atacado de peças e acessórios novos para veículos automotores (8);
e lanchonetes (8).
Enquanto para os MEIs, foram
serviços de malote não realizados pelo Correio Nacional (1.490); promoção de
vendas (1.120); comércio varejista de artigos do vestuário (848); transporte
rodoviário de carga (820); serviço de transporte de passageiros (781); cabeleireiros
e manicure (775); serviços especializados de apoio administrativo não
especificados anteriormente (718); lanchonetes (625); serviços de entrega
rápida (518); e fornecimento de alimentos (509).
Outros dados
Nos primeiros seis meses, as
cidades que mais contaram com novas aberturas foram Maceió (13.997 empresas),
Arapiraca (2.458), Marechal Deodoro (775), Rio Largo (752), Penedo (502),
Delmiro Gouveia (420), São Miguel dos Campos (377), Palmeira dos Índios (360),
União dos Palmares (356), Coruripe (313), Maragogi (303), Pilar (286), Santana
do Ipanema (252), Satuba (249), Teotônio Vilela (189), Campo Alegre (186),
Atalaia (162), Boca da Mata (148), Porto Calvo (134), São José da Tapera (125),
Viçosa (125), Craíbas (121), Piranhas (118), Barra de Santo Antônio (117) e
Murici (116).
O número total de aberturas
empresariais também pode ser subdividido de acordo com as naturezas jurídicas
de registro da Junta Comercial. Nesse sentido, foram constituídos 21.962
empresários individuais, 4.544 sociedades limitadas, 44 sociedades anônimas
fechadas, 13 consórcios de sociedades, 13 cooperativas, 4 sociedades anônimas
abertas, 2 empresas públicas e 1 sociedade de economia mista.
Além disso, no semestre, foram
registradas 602 novas filiais, situadas dentro e fora do estado. Para as
filiais estabelecidas fora de Alagoas, as unidades federativas que mais
receberam empresas alagoanas foram Pernambuco (39 filiais), São Paulo (19),
Sergipe (17), Paraíba (9), Bahia (5), Maranhão (4), Rio de Janeiro (4) e Santa
Catarina (4).
A Junta Comercial é a entidade
alagoana responsável pelos processos de abertura, alteração e baixa de
empresas. Ela também administra a Rede Nacional para a Simplificação do
Registro e da Legalização de Empresas e Negócios (Redesim) no estado.
FONTE: Governo de Alagoas


