
GOVERNO DE ALAGOAS – Mutirão no HGE beneficia 50 pacientes com cateterismos e angioplastias
Ação realizada entre os dias 23 e 30 de maio, em Maceió, agilizou procedimentos cardíacos de pacientes internados na Rede Estadual de Saúde
Mutirão realizado no HGE mobilizou a equipe de Hemodinâmica e garantiu agilidade em procedimentos
Ascom HGE
Thallysson Alves / Ascom HGE
O trabalho
do Governo de Alagoas para a expansão
da saúde pública e da assistência especializada aos usuários do Sistema Único
de Saúde (SUS) conquistou mais um aliado neste mês de maio. Em cinco dias, a equipe de
Hemodinâmica do Hospital Geral do Estado (HGE), em Maceió, realizou um mutirão
de cateterismos e angioplastias cardíacas que beneficiou 50 pacientes
internados em unidades da rede da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau).
A iniciativa teve como foco acelerar diagnósticos, reduzir o tempo de
espera e garantir tratamento especializado para pacientes com doenças
cardiovasculares. Entre os atendidos estavam pessoas com histórico de infarto
agudo do miocárdio evoluído, insuficiência cardíaca, pacientes já
revascularizados e também aqueles que aguardavam cateterismo para definição da
conduta médica.
“Os pacientes que apresentaram necessidade de intervenção já realizaram
as angioplastias com implante de stents coronários e seguem agora para
continuidade do tratamento clínico, acompanhamento especializado e programação
de altas hospitalares, conforme avaliação das equipes médicas”, informou a
médica cardiologista intervencionista Isabela Carvalho
A ação evidencia o papel estratégico do HGE como principal hospital de urgência
e emergência do Estado, referência em Alta Complexidade para pacientes de todas
as regiões de Alagoas. Além de ampliar a capacidade de atendimento, o mutirão
representa impacto direto na qualidade de vida dos usuários do SUS, reduzindo
riscos e permitindo respostas mais rápidas em situações que exigem cuidado
especializado e imediato.

Vigilante consegue superar o infarto graças ao mutirão
Entre os beneficiados está o vigilante escolar Edison Nascimento, de 61
anos, morador de Delmiro Gouveia, cidade no Sertão alagoano. Casado há quase 30
anos e pai de duas filhas, ele contou que começou a sentir falta de ar
acompanhada de dores nas costas, nos braços, no peito e no maxilar durante um
sábado. Mesmo com os sintomas, ainda tentou manter a rotina de trabalho, até
que houve a intensificação do quadro e procurou atendimento na Unidade de
Pronto Atendimento (UPA) de Delmiro Gouveia.
“Quando me atenderam, viram que o caso era grave e me transferiram para
o Hospital Regional do Alto Sertão (HRAS), onde foi confirmado o diagnóstico de
infarto. Em seguida, eu fui encaminhado para o HGE, onde recebi um atendimento
de excelência, não tenho do que me queixar. Já fiz o cateterismo, já me sinto
bem melhor e agora não vejo a hora de poder voltar para casa”, disse o pai de
família.

A esposa dele, a professora Ivânia Lúcia de Andrade Nascimento, de 54
anos, reconheceu imediatamente os sinais. Ela contou que já sofreu um infarto e
percebeu que o marido apresentava sintomas semelhantes.
“Eu sabia que precisava procurar ajuda rápido, porque já vivi isso. Mas
ele é muito teimoso e demorou a aceitar que precisava ser atendido. Ainda bem
que ele foi muito bem atendido, tanto na UPA, como no HRAS, como aqui no HGE.
Encontramos equipes atenciosas, que nos transmitiram muita segurança. Estou
feliz e espero levá-lo logo de volta para casa”, compartilhou a alagoana.
O caso alerta sobre a prevenção e o cuidado com a saúde cardiovascular.
Sintomas como dor no peito, falta de ar, desconforto nos braços, costas ou
mandíbula precisam de avaliação imediata, já que a rapidez no diagnóstico e no
tratamento pode ser decisiva para salvar vidas.
“Com planejamento, articulação e investimento contínuo, a Sesau e o
Governo de Alagoas seguem aprimorando a rede estadual de saúde, ampliando o
acesso da população aos serviços especializados e garantindo que pacientes de
todas as regiões encontrem no HGE uma assistência segura, resolutiva e
preparada para atender casos de alta complexidade”, afirmou o diretor médico,
Miquéias Damasceno.
FONTE: Governo de Alagoas




