
GOVERNO DE ALAGOAS – Médica do Hospital Metropolitano alerta para sinais de doenças na tireoide e ressalta oferta de tratamento pelo SUS
Unidade referência em média e alta complexidade realiza diagnóstico, acompanhamento e tratamento cirúrgico de nódulos benignos e malignos da tireoide
De acordo com a cirurgiã, Ana Carolina Pastl, o HMA disponibiliza desde consultas especializadas, passando pelos exames diagnósticos, até o tratamento especializado
Brunno Afonso / Ascom Hospital Metropolitano de AL
Neide Brandão / Ascom Hospital Metropolitano de AL
A Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) reforça a necessidade
de atenção aos sinais de alterações na tireoide, glândula localizada na região
do pescoço e responsável pela produção de hormônios que regulam funções
essenciais do organismo, como metabolismo, crescimento e equilíbrio corporal.
Entre os principais distúrbios relacionados à tireoide estão
os nódulos tireoidianos, alterações consideradas comuns e que, na maioria dos
casos, são benignas. No entanto, alguns nódulos podem apresentar
características suspeitas e exigir investigação especializada e, em
determinadas situações, tratamento cirúrgico.
A cirurgiã de cabeça e pescoço Ana Carolina Pastl, que atua
no Hospital Metropolitano de Alagoas (HMA), em Maceió, explica que o
diagnóstico precoce é fundamental para garantir o tratamento adequado e evitar
complicações.
“Em nosso serviço, conseguimos ofertar desde consultas
especializadas, exames diagnósticos até o tratamento cirúrgico para os
pacientes. O Hospital Metropolitano de Alagoas oferece o tratamento de nódulos
tireoidianos, tanto malignos quanto benignos”, destacou a médica.
Diagnóstico
A identificação dos nódulos pode ocorrer por meio do exame
físico do pescoço e da ultrassonografia da tireoide. A Sesau alerta que alguns
sinais não devem ser ignorados, como a presença de caroço palpável no pescoço,
dificuldade para engolir e alterações na voz.
Segundo Ana Carolina Pastl, o Hospital Metropolitano de
Alagoas disponibiliza acompanhamento especializado para os pacientes do Sistema
Único de Saúde (SUS), com atendimento realizado por cirurgiões de cabeça e
pescoço e endocrinologistas.
“No Hospital Metropolitano, conseguimos ofertar o
acompanhamento desses pacientes, tanto com cirurgiões de cabeça e pescoço
quanto com endocrinologistas. É importante que qualquer pessoa que perceba
alterações procure inicialmente a Unidade Básica de Saúde para o rastreio
adequado e, se necessário, seja encaminhada ao especialista”, orientou a médica.
FONTE: Governo de Alagoas









