
GOVERNO DE ALAGOAS – Sesau discute doenças não transmissíveis em segunda etapa do Programa Alagoas Vigilante
A iniciativa visa ampliar a capacidade de prevenção e cuidado à população dos 102 municípios alagoanos
A nova etapa do Programa Alagoas Vigilante tratou da Vigilância das Doenças e Agravos Não Transmissíveis
Marco Antônio
Ruana Padilha / Ascom Sesau
A Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) promoveu, nesta quarta-feira (20), mais uma etapa do Programa Alagoas Vigilante com o Seminário de Vigilância das Doenças e Agravos Não Transmissíveis. O encontro, que aconteceu no auditório do Centro Universitário Mário Pontes Jucá (UMJ), em Maceió, reuniu representantes dos 56 municípios que fazem parte da I Macrorregião de Saúde, formada pelos Litorais Norte e Sul, Zona da Mata, Vale do Paraíba e Maceió.
Lançado no início deste mês, o Programa Alagoas Vigilante é uma iniciativa da Secretaria Executiva de Vigilância em Saúde (Sevisa). A iniciativa busca qualificar as ações desenvolvidas nos municípios, promovendo atualização técnica, integração institucional e fortalecimento da vigilância em saúde em todo o estado.

De acordo com a gerente do Programa Estadual de Vigilância das Doenças e Agravos Não Transmissíveis da Sesau, Renata Tenório, o seminário representa um momento importante para capacitar os profissionais e alinhar estratégias entre Estado e municípios.
“O encontro está sendo muito rico em conhecimento para fortalecer a vigilância em saúde dentro dos territórios alagoanos. Quando os profissionais estão capacitados e atuam de forma articulada, conseguimos identificar os principais fatores de risco e desenvolver estratégias mais eficazes”, pontuou.
Palestras
Durante o seminário, os participantes acompanharam palestras sobre os desafios e estratégias para o enfrentamento das doenças crônicas não transmissíveis nos municípios e o papel estratégico da Atenção Primária à Saúde na prevenção desses agravos. As ações de controle do tabagismo, com foco na prevenção, no cuidado e no fortalecimento da rede de apoio aos fumantes também foi outro tema debatido.

O panorama epidemiológico da doença falciforme e das anomalias congênitas em Alagoas, com destaque para a qualificação da vigilância e do processo de notificação, além da importância do cuidado contínuo e humanizado na Atenção Primária, também estiveram em debate.
A programação incluiu, ainda, discussões sobre a vigilância das causas externas, como acidentes e violências, e sobre os fluxos de atendimento da Rede de Atenção às Violências e Intoxicações Exógenas, com orientações para aprimorar as notificações e fortalecer a proteção à população.

Presente no seminário, a assessora técnica da Vigilância Epidemiológica da cidade de Atalaia, Sara Barros, a iniciativa contribui para o aprimoramento do trabalho realizado no município.
“O Programa Alagoas Vigilante é muito importante para o trabalho desenvolvido nos municípios, pois eles trazem aos profissionais orientações para melhorar a qualidade de vida da população”, ressaltou.
FONTE: Governo de Alagoas









