Funcionários da Meta protestam contra rastreamento nos escritórios

Na terça-feira, 12 de setembro, trabalhadores da Meta iniciaram um protesto em diversos escritórios nos EUA, expressando descontentamento com a implementação de um software que monitora os movimentos do mouse nos computadores.

Condições de trabalho em pauta

Os demonstrantes distribuíram panfletos em locais como salas de reunião e em máquinas de venda automática, incentivando colegas a assinar uma petição online contra a nova ferramenta de rastreamento.

Os panfletos contêm questionamentos como “Não quer trabalhar na Fábrica de Extração de Dados dos Funcionários?” e fazem referência à próxima demissão de cerca de oito mil funcionários, o que representa 10% da força de trabalho da empresa.

Em resposta às críticas, Andy Stone, porta-voz da Meta, defendeu a tecnologia afirmando que o rastreamento é necessário para entender como os usuários interagem com os computadores. Ao mesmo tempo, os panfletos lembram que os trabalhadores têm direito legal à organização e à melhoria das condições laborais, conforme a Lei Nacional de Relações Trabalhistas dos EUA.

No Reino Unido, empregados da Meta também iniciaram uma campanha de sindicalização devido a preocupações semelhantes sobre monitoramento e instabilidade no trabalho, destacando a pressão enfrentada enquanto a administração busca desenvolver tecnologias de inteligência artificial.

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