
GOVERNO DE ALAGOAS – Cartilhas da Secdef ampliam acessibilidade e acesso à informação para pessoas com deficiência
Audiobooks abordam direitos, atendimento especializado, enfrentamento à violência e orientações sobre o TEA
Eduarda Sobral / Ascom Secdef
A Secretaria de Estado da Cidadania e da Pessoa com Deficiência (Secdef)
disponibilizou, em seu site oficial, uma série de cartilhas em formato
audiobook voltadas à promoção da acessibilidade informacional e ao acesso a
conteúdos essenciais para pessoas com deficiência e suas famílias.
Os materiais contemplam diferentes temas e estão disponíveis em versão
acessível, permitindo que mais pessoas tenham acesso às informações de forma
autônoma. Entre os conteúdos estão as cartilhas “Inclusão e Direitos:
construindo caminhos para todos”, “Denuncie a Violência contra a Pessoa com
Deficiência”, “Atendimento Humanizado e Especializado às Pessoas com Transtorno
do Espectro Autista” e “Compreendendo o TEA: um guia para famílias”.
A iniciativa amplia o alcance de conteúdos já produzidos pela
secretaria, que agora passam a contar com versão em áudio, facilitando o acesso
para pessoas com deficiência visual, dificuldades de leitura ou outras
necessidades específicas.
A secretária de Estado da Cidadania e da Pessoa com Deficiência,
Francine Bomfim, destacou a importância de garantir diferentes formas de acesso
à informação. “Quando a informação chega de forma acessível, ela cumpre o seu
papel. Disponibilizar esses materiais em audiobook é garantir que mais pessoas
possam acessar conteúdos importantes sobre direitos, atendimento e proteção”,
afirmou.
A secretária executiva da Pessoa com Deficiência da Secdef, Marina
Dantas, também comentou sobre a ampliação do acesso. “A acessibilidade
informacional é fundamental para que as pessoas possam exercer seus direitos no
dia a dia. Esses materiais em áudio ampliam esse acesso e contribuem para que a
informação chegue a quem precisa, de forma mais simples e direta”, destacou.
Os audiobooks já estão disponíveis no site da Secdef e podem ser
acessados gratuitamente.
FONTE: Governo de Alagoas









