GOVERNO DE ALAGOAS – Alagoas investe R$ 52 milhões em escolas para elevar média de estudo de povos indígenas

Com 13 novas unidades e ginásios poliesportivos, Governo do Estado atende mais de 5 mil alunos

Investimento evita deslocamento para áreas urbanas e promove a fixação do jovem em sua comunidade

Alexandre Teixeira/Ascom Seduc

Ascom Seduc

A Secretaria de Estado da Educação
(Seduc) está executando um investimento de R$ 52,7 milhões para
transformar os indicadores educacionais das comunidades indígenas.


Com a construção de 13 escolas
modernas e ginásios poliesportivos, o Estado projeta atender até 5.200 estudantes,
focando diretamente na melhoria da escolaridade média dos povos originários,
que hoje é de  7,6 anos de estudo.

 

Educação Indígena

 

Com as sete unidades entregues pelo
programa Escola do Coração, em municípios como São Sebastião, Pariconha e
Inhapi, e a construção de outras seis em Palmeira dos Índios com entrega
prevista para os próximos meses, o Estado garante que o estudante tenha uma
estrutura de ponta dentro da própria aldeia.

 

Segundo a secretária de Estado da
Educação, Roseane Vasconcelos, esse é um investimento direto nas comunidades
indígenas feito na gestão do governador Paulo Dantas.

 

“A estratégia evita o
deslocamento para áreas urbanas e oferece suporte para que o jovem complete
todo o ciclo básico com dignidade”, explica a gestora.

 

Estrutura completa

 

O modelo das novas escolas foi
planejado para ser um centro de referência comunitária, respeitando as
especificidades de cada etnia. Com blocos integrados, as unidades oferecem
bibliotecas, salas de informática e cozinhas industriais, além de quadras poliesportivas
cobertas com vestiários e acessibilidade total.

 

A estrutura é fundamental para uma
população majoritariamente jovem, com idade mediana de 29 anos, que demanda
espaços de esporte, lazer e tecnologia. O investimento total de R$
52.704.782,68 é um marco para os mais de 25 mil indígenas
alagoanos, vivam eles em terras demarcadas ou em áreas urbanas.

 

Além do salto pedagógico, a
economia local também sente os reflexos positivos. A fase de construção das 13
unidades gerou cerca de 520 empregos diretos e indiretos nas regiões
beneficiadas.

 

Com as escolas em operação, a rede
deve manter cerca de 325 profissionais em atividade, entre docentes e equipes
administrativas. Isso melhora o desenvolvimento socioeconômico das aldeias e
promove a fixação do jovem em sua comunidade, valorizando as línguas, os
costumes e as tradições de povos como os Kariri-Xocó, Wassu Cocal e
Xukuru-Kariri.


FONTE: Governo de Alagoas

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