
Plano polêmico de Gilberto Gonçalves ameaça agro em Rio Largo e coloca em risco 7 mil empregos.
A Câmara Municipal suspendeu a votação do plano diretor após recomendação do Ministério Público, que orientou a realização de audiências públicas para discutir a medida. No entanto, o prefeito Gilberto Gonçalves pressionou os vereadores para votarem o projeto, que foi suspenso e deverá ser retomado em uma nova sessão marcada para esta segunda-feira.
Entidades ligadas ao agronegócio se posicionaram contra a medida, alertando que a proibição das atividades agropecuárias nas proximidades das áreas urbanas inviabilizaria completamente o setor no município. Além disso, empresários alegam que a mudança no plano diretor poderia resultar em crime de improbidade administrativa.
Com duas usinas de cana-de-açúcar instaladas na região, a proposta apresentada pela prefeitura impactaria diretamente a produção agropecuária local, causando prejuízos tanto para os pequenos produtores quanto para as grandes empresas do setor. A medida também afetaria a geração de empregos, ameaçando sete mil postos de trabalho diretos e 22 mil indiretos.
Diante da polêmica e das possíveis irregularidades apontadas por empresários, o caso do novo plano diretor de Rio Largo continua sendo debatido e levantando preocupações entre os diferentes setores da sociedade. Resta aguardar o desenrolar dos acontecimentos e acompanhar de perto as decisões que impactarão significativamente a economia e o emprego no município.









