
BRASIL – Empresário assassinado em Guarulhos confirmou delação contra policiais civis antes de sua morte no aeroporto, diz secretário de Segurança.
Derrite levantou a possibilidade de policiais estarem envolvidos no assassinato de Gritzbach, uma vez que ele havia delatado membros da própria corporação à Corregedoria da Polícia Civil. Porém, até o momento, as investigações não encontraram evidências concretas da participação de policiais no crime. O secretário destacou que alguns detalhes chamam a atenção, como o atraso dos policiais da escolta no dia do assassinato.
O empresário, que era réu pelo assassinato de duas pessoas ligadas ao grupo criminoso PCC, contava com quatro policiais militares em sua equipe de segurança. No dia do crime, parte desses policiais se atrasou e não compareceu ao aeroporto, o que levou ao afastamento e investigação dos mesmos.
Diante desse cenário, Derrite anunciou a criação de uma força-tarefa para investigar o assassinato de Gritzbach. Uma resolução foi publicada no Diário Oficial do Estado formalizando a criação do grupo, que será coordenado pelo delegado Osvaldo Nico Gonçalves, e contará com a participação de outros membros das instituições policiais do estado.
A investigação segue em andamento, com a realização de perícias nos celulares dos envolvidos, visando esclarecer os fatos e apontar os responsáveis pelo brutal assassinato do empresário. Derrite ressaltou a importância da atuação integrada e coordenada entre as instituições policiais para oferecer uma resposta eficaz à sociedade.


