
Heloísa Helena recebe R$1,9 milhão da Rede para possível candidatura em meio a desafios eleitorais em Maceió e no Rio de Janeiro
Com um saldo positivo em sua conta, Heloísa Helena se prepara para enfrentar o desafio de conquistar um novo mandato, após ter sido a vereadora mais votada da história de Maceió em 2008. Nos últimos anos, no entanto, a ex-senadora viu seu eleitorado encolher, culminando em uma derrota nas eleições de 2020, onde obteve pouco mais de 5.200 votos.
Além da dificuldade de reconquistar seu eleitorado na capital alagoana, Heloísa Helena agora enfrenta um novo cenário desafiador no Rio de Janeiro, onde concorre a uma vaga na Câmara Municipal. Com um eleitorado que se mostra imprevisível e a concorrência de um candidato majoritário, o deputado federal Tarcísio Mota, do PSOL, que atualmente figura com cerca de 8% nas pesquisas, atrás do atual prefeito Eduardo Paes, que lidera com folga.
Diante desse novo panorama, Heloísa Helena terá que utilizar não apenas os recursos financeiros recebidos por sua legenda, mas também sua experiência política e capacidade de conquistar eleitores para conseguir superar os desafios e se manter firme na disputa pela conquista de um mandato municipal. Será um desafio árduo, mas que certamente mostrará a determinação e a garra da ex-senadora em busca de seus objetivos políticos.










Se ela diz estar tendo dificuldades para se eleger com toda essa grana de quase R$ 2 milhões, fica difícil entender por que a Federação PSOL-Rede não distribuiu melhor o recurso para outros candidatos e candidatas? A meu ver, deve haver limites nessa distribuição. Tudo bem que há candidatos(as) com mais viabilidade eleitoral e aqueles onde o tamanho do município pode exigir mais recursos, porém me assustei com a a desproporção, conforme li na inicial dos autos do processo n.º 0601113-76.2024.6.19.0125, uma ação de investigação judicial eleitoral movida pela candidata a vereadora de Niterói e advogada Dra. Ingrid Oliveira, em face da ex-senadora. Todavia, foi bom saber desse acontecimento porque ficou claro para mim que a Rede hoje parece ser mais do mesmo pois tal desigualdade não tem a ver com a nova política.