Candidatura de Camelinho a prefeito de Maceió é indeferida pelo TRE de Alagoas por falta de quitação eleitoral

O Tribunal Regional Eleitoral de Alagoas indeferiu a candidatura de Rony Camelinho, do partido Agir, à prefeitura de Maceió. A decisão, tomada neste sábado, 31, se baseou na falta de quitação eleitoral do candidato, que concorria com o número 36 e tinha Pedro Donato como vice.

A juíza da 1ª Zona Eleitoral, Nirvana Coelho Bernardes de Mello, argumentou que Camelinho, também conhecido como Ronivaldo Lourenço da Silva, não apresentou os documentos necessários para comprovar sua situação eleitoral, incluindo a regularização de sua prestação de contas e a ausência de certidão criminal. O Ministério Público Eleitoral manifestou-se a favor do indeferimento do registro.

Segundo a magistrada, a certidão de quitação eleitoral é essencial para garantir que o candidato cumpra suas obrigações eleitorais, como o gozo dos direitos políticos, o exercício do voto e a apresentação de prestação de contas de campanha. Portanto, Camelinho foi considerado inapto por não estar quite com a Justiça Eleitoral e por não possuir plenos direitos políticos.

Essa não é a primeira vez que o candidato tenta um cargo eletivo, pois já concorreu a deputado estadual em 2010 e 2020, sem sucesso. Com sua exclusão da corrida eleitoral, a Prefeitura de Maceió permanece sendo disputada por outros candidatos, como Lenilda Luna, Lobão, Rafael Brito, Nina Tenório e JHC, que busca a reeleição.

A decisão do TRE de Alagoas de indeferir a candidatura de Camelinho representa um duro golpe para o político e seu partido. A ausência de quitação eleitoral é um requisito fundamental para qualquer candidato que deseje concorrer a um cargo público, e nesse caso, a falta de documentação levou à desqualificação de Camelinho. Agora, o cenário político em Maceió segue sem a presença do candidato do Agir, enquanto os demais concorrentes continuam suas campanhas em busca do cargo de prefeito.