
Presidente da FIEA, José Carlos Lyra de Andrade, é alvo de operação da Polícia Federal
A Polícia Federal deflagrou na manhã desta terça-feira, 19, a “Operação Fantoche” para coibir fraudes em convênios com Turismo e Sistema S (Entidades como o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), o Serviço Social do Comércio (Sesc), o Serviço Social da Indústria (Sesi) e o Serviço Nacional de Aprendizagem do Comércio (Senac).)
Um grupo de empresas estaria atuando desde 2002 executando contratos firmados por meio de convênios com o Ministério do Turismo e entidades paraestatais do intitulado “Sistema S”.
A maioria dos contratos seriam voltados à execução de eventos culturais e de publicidade superfaturados, com recursos desviados em favor do núcleo empresarial por meio de empresas de fachada.
O grupo estaria executando o esquema desde 2002 e estima-se que já recebeu R$ 400 milhões. Ao total, são 40 mandados de busca e 10 de prisão temporária.
Entre os envolvidos em Alagoas está o presidente da Federação das Indústrias do Estado de Alagoas (FIEA), José Carlos Lyra de Andrade. Os agente policiais chegaram no início da manhã na Casa da Indústria em Maceió, no bairro do Farol. Os funcionários foram impedidos de entrar para não atrapalhar o cumprimento de mandados.
Em Alagoas, foram detidos os integrantes da diretoria do projeto Relix, de reciclagem identificados como Lina Rosa Gomes Vieira da Silva, Luiz Otávio Gomes Vieira da Silva e Luiz Antônio Gomes Vieira da Silva. Eles fazem parte da direção da empresa Aliança Comunicação.
Além de Alagoas, a PF cumpre mandados em Pernambuco, Minas Gerais, São Paulo, Paraíba e no Mato Grosso do Sul.
Foram detidos Lina Rosa Gomes Vieira da Silva, Luiz Otávio Gomes Vieira da Silva e Luiz Antônio Gomes Vieira da Silva. Todos integram a diretoria do projeto Relix, de reciclagem, e que teve ações desenvolvidas em Alagoas. Eles fazem parte da direção da empresa Aliança Comunicação.









