
GOVERNO DE ALAGOAS – Saiba como funciona o atendimento no Hospital da Criança de Alagoas
Unidade atende pacientes regulados dos 102 municípios
A pequena Sophia Eloá ficou internada por 11 meses e segue os acompanhamentos no Hospital da Criança de Alagoas
Ascom Hospital da Criança de AL
Nataly Lopes / Ascom Hospital da Criança de AL
O Hospital
da Criança de Alagoas (HCA), em Maceió, é referência na assistência pediátrica
no estado e atende pacientes dos 102 municípios por meio do Sistema Único de
Saúde (SUS). Desde abril de 2022, a unidade recebe crianças a partir dos 29
dias de vida até os 13 anos, 11 meses e 29 dias. Mas, afinal, como ter acesso
aos serviços oferecidos pelo hospital?
Assim como
outros hospitais especializados da Rede Estadual de Saúde, o HCA funciona por
meio do Sistema Estadual de Regulação (Sisreg). Isso significa que o acesso à
unidade ocorre mediante encaminhamento, após o primeiro atendimento em uma
Unidade de Pronto Atendimento (UPA), hospital de porta aberta ou Unidade Básica
de Saúde (UBS).
No caso das
consultas ambulatoriais, o agendamento também é feito pelo Sisreg, por meio das
UBSs ou das Secretarias Municipais de Saúde.

O diretor
médico da unidade, o pediatra Roney Damacena, destaca que o hospital não atende
demanda espontânea. “É importante reforçar que não realizamos atendimentos de
urgência e emergência. Os pacientes já chegam regulados para consultas, exames
ou internação, o que garante uma assistência mais organizada, igualitária e eficaz”,
explica.
Estrutura e
serviços
O Hospital
da Criança de Alagoas conta com 54 leitos de enfermaria e 10 leitos de Unidade
de Terapia Intensiva (UTI), além de oferecer exames laboratoriais e de imagem.
A unidade também dispõe de ambulatório com mais de 20 especialidades e
subespecialidades, incluindo atendimento multiprofissional.

Entre os
pacientes atendidos está Benjamin Gomes, acompanhado no ambulatório de
especialidades. “Meu filho é assistido pela doutora Elenilda Acioly, uma
excelente gastropediatra. Aqui ele recebe todo o acompanhamento, desde a
recepção até a consulta. A resolutividade do hospital surpreende”, relata a
mãe, Livia Gomes.
Outro caso é
o da pequena Sophia Eloá, diagnosticada com uma condição rara na própria
unidade. “Sophia tem a síndrome de Ondine. Fomos transferidas para o Hospital
da Criança, onde ela ficou internada por 11 meses e segue em acompanhamento.
Criamos um vínculo de muito carinho com os profissionais”, conta a mãe, Luana
Oliveira.
FONTE: Governo de Alagoas




