
GOVERNO DE ALAGOAS – Médico do Hospital Dr. Ib Gatto Falcão alerta para aumento de casos de doenças respiratórias em crianças nesta época do ano
Helion Lisboa destaca que as doenças do aparelho respiratório acometem, especialmente, os bebês menores de um ano
Os principais sintomas das doenças respiratórias são tosse, febre, coriza, dificuldade para respirar, chiado no peito e congestão nasal, segundo o médico Helion Lisboa
Pedro Júnior / Ascom Hospital Dr. Ib Gatto Falcão
Maju Silva / Ascom Hospital Dr. Ib Gatto Falcão
As mudanças bruscas de temperatura
e as variações climáticas registradas nas últimas semanas contribuem para o
aumento significativo nos casos de doenças respiratórias em crianças. O alerta
é do médico do Hospital Dr. Ib Gatto Falcão, Helion Lisboa, ao destacar que as
doenças do aparelho respiratório acometem, especialmente, os bebês menores de 1
ano, grupo considerado mais vulnerável às complicações causadas por vírus
respiratórios.
De acordo com Helion Lisboa, os
principais sintomas são tosse, febre, coriza, dificuldade para respirar, chiado
no peito e congestão nasal. Entre os diagnósticos mais frequentes estão gripes,
resfriados, bronquiolite e crises alérgicas.
O médico salienta que estas doenças
são decorrentes das mudanças climáticas, que favorecem a circulação de vírus e
contribuem para o agravamento dos quadros respiratórios, principalmente em
crianças pequenas. “Os bebês possuem o sistema imunológico ainda em
desenvolvimento e, por isso, apresentam maior sensibilidade às mudanças de
temperatura, apresentando desconforto respiratório, chiado no peito e
dificuldade para se alimentar”, destacou o médico.
Segundo o profissional, é
fundamental que pais e responsáveis estejam atentos aos sinais de alerta.
“Entre estes sinais estão respiração acelerada, esforço respiratório, lábios
arroxeados, febre persistente, sonolência excessiva e recusa alimentar. Nesses
casos, a orientação é procurar assistência médica imediatamente”, orienta.
Prevenção
E entre os cuidados preventivos
essenciais para reduzir o número de complicações respiratórias na infância e
evitar o agravamento dos quadros clínicos está a vacinação. “Mas, além dela, é
importante higienizar as mãos com frequência, evitar a exposição das crianças a
mudanças bruscas de temperatura, ambientes fechados e contato com fumaça são
medidas fundamentais. Nos bebês, a lavagem nasal com soro fisiológico também
contribui significativamente para melhorar a respiração”, explica o
profissional.
O médico do Hospital Dr. Ib Gatto
Falcão acrescenta que o tratamento varia de acordo com o quadro clínico de cada
paciente, podendo incluir hidratação, controle da febre, nebulização,
fisioterapia respiratória e acompanhamento contínuo dos casos que exigem maior
atenção. “Mas é necessário evitar a automedicação e buscar atendimento
profissional diante dos primeiros sinais de agravamento”, recomenda.
FONTE: Governo de Alagoas




