
GOVERNO DE ALAGOAS – Cardiologista do Hospital Metropolitano de Alagoas alerta para os riscos da pressão alta não controlada
Yuri Tenório ressalta que a doença pode causar infarto, AVC e insuficiência cardíaca e que manter hábitos saudáveis é fundamental
A hipertensão arterial é uma doença que pode causar infarto, AVC e insuficiência cardíaca
Brunno Afonso
Neide Brandão / Ascom Hospital Metropolitano de AL
Silenciosa,
mas extremamente perigosa, a hipertensão arterial é uma doença que pode
provocar problemas como o Acidente Vascular Cerebral (AVC), o infarto e a
insuficiência cardíaca. O alerta é do médico cardiologista Yuri Tenório, que
atua no Hospital Metropolitano de Alagoas (HMA), em Maceió.
O
especialista chama atenção para a importância do diagnóstico precoce e do
tratamento adequado da chamada “pressão alta”, condição que pode
provocar complicações graves quando não controlada. Isso porque, de acordo com
ele, muitas pessoas ainda subestimam a doença por não apresentarem sintomas
aparentes.
No entanto,
a hipertensão pode agir silenciosamente por anos, causando danos progressivos
ao organismo. “Com 10 a 20 anos de hipertensão não diagnosticada ou não
tratada, o paciente corre riscos de sofrer infarto, AVC, insuficiência
cardíaca, doença arterial periférica e diversas outras complicações”, alerta
Yuri Tenório.

Acompanhamento
regular
O médico
destaca que o acompanhamento regular com cardiologista é fundamental, mas
ressalta que o controle da pressão arterial também depende diretamente da
adoção de hábitos saudáveis. Entre as principais recomendações estão a redução
do consumo de sal, especialmente em alimentos ultraprocessados e embutidos, a
prática regular de atividades físicas, sono adequado e o controle do estresse.
Segundo o
cardiologista do Hospital Metropolitano de Alagoas, o ideal é fazer pelo menos
150 minutos semanais de atividade física de média intensidade.
“Um coração
saudável é aquele que trabalha sem sobrecarga. Controlar a pressão arterial é
uma forma de proteger o coração e garantir mais qualidade de vida”, recomenda
Yuri Tenório.
FONTE: Governo de Alagoas









