
Corinthians tenta acordo e Palmeiras mantém queixa na Polícia
São Paulo, SP, 12 – A briga generalizada ao fim do empate entre Corinthians e Palmeiras pelo Campeonato Brasileiro vai ser investigada pela Polícia Civil. A diretoria corintiana propôs um acordo para que a situação não virasse um caso de polícia, o que foi negado pelos palmeirenses.
Quando os times deixaram o gramado, houve uma troca de empurrões no túnel. O Palmeiras informou que Luighi foi agredido por um funcionário do Corinthians. Já o clube alvinegro falou que Gabriel Paulista e Breno Bidon sofreram agressões de seguranças palmeirenses.
Confusão generalizada entre as comissões técnicas e jogadores de Corinthians e Palmeiras, na Neo Química Arena.
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CLUBES ATRÁS DA POLÍCIA
Os dois clubes, em notas, disseram que registrariam os casos no Juizado Especial Criminal (Jecrim). Entretanto, o Corinthians propôs ao Palmeiras que não houvesse sequência nos casos junto à Polícia Civil. Não houve acordo. Cada um deve registrar um boletim de ocorrência.
A acusação do Palmeiras é de que um funcionário corintiano foi o autor das agressões contra o atacante palmeirense. Já o Corinthians falou que seguranças do rival agrediram seus dois jogadores.
Após o caso, o delegado César Saad, da Delegacia de Repressão aos Delitos de Intolerância Esportiva (Drade), foi aos vestiários das duas equipes. A Polícia Civil deve, agora, analisar as imagens na tentativa de identificar quem foram os responsáveis.
Na zona mista, Luighi não falou com a imprensa e deixou o estádio sem ferimentos aparentes. Andreas Pereira e Ramón Sosa pararam, mas evitaram o tema.
Na Neo Química Arena, rolou uma confusão no túnel após o clássico entre Corinthians e Palmeiras. Segundo o time alviverde, o atacante Luighi foi agredido por um funcionário do rival. pic.twitter.com/xrGRg63kuT
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SEGURANÇAS TAMBÉM BATERAM
Do outro lado, Hugo Souza disse que as agressões por parte de seguranças do Palmeiras teriam acontecido antes de atos dos corintianos.
“Na verdade, eu estava na minha entrevista (pós-jogo). Eu não vi, mas, pelo que me passaram, foi cabeça quente, empurra-empurra. Coisa que não é normal, mas acontece bastante. Falaram que houve agressão de funcionário nosso, mas também os seguranças deles vieram para cima dos nossos jogadores, primeiro até”, falou o goleiro.
O jogo teve clima quente, com pouco futebol dos dois times. O Corinthians teve André e Matheuzinho expulsos, em confusão e falta contra palmeirenses.
FONTE: Futebol Interior


