GOVERNO DE ALAGOAS – Alagoas recebe lançamento nacional do Proler Bibliotecas e amplia políticas de leitura no estado

Iniciativa do Ministério da Cultura, em parceria com a UFAL, será apresentada no dia 9 de abril, em Maceió

Alagoas consolida trajetória contínua no incentivo à leitura e integra nova etapa nacional de fortalecimento das bibliotecas

Tatiane Almeida / Ascom Secult

Daniel Borges/Ascom Secult

Alagoas será palco do lançamento
nacional do Programa Nacional de Incentivo à Leitura (Proler) Bibliotecas,
iniciativa do Ministério da Cultura (MinC) voltada ao fortalecimento das
políticas de leitura e à valorização das bibliotecas como espaços vivos de
formação e cidadania. O evento acontece no dia 9 de abril, às 9h, no
Observatório da Rede de Inovação para a Educação Híbrida (RIEH), no Campus A.C.
Simões da Universidade Federal de Alagoas, em Maceió.

 

A ação é realizada por meio da
Secretaria de Formação Artística e Cultural, Livro e Leitura (Sefli) e da
Diretoria do Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas (DLLLB), em parceria com
a UFAL, consolidando uma articulação nacional que chega a Alagoas com papel
estratégico.

 

O Proler Bibliotecas tem como
objetivo fortalecer bibliotecas públicas e comunitárias, além de espaços de
leitura em unidades prisionais, serviços especializados e equipamentos voltados
à reintegração social. A proposta reconhece a leitura e a escrita como direitos
fundamentais, e aposta nesses espaços como centros de convivência, aprendizagem
e participação social.

 

Para a secretária de Estado da
Cultura e Economia Criativa, Mellina Freitas, sediar o lançamento nacional do
programa mostra o protagonismo de Alagoas na construção de políticas públicas
voltadas ao livro e à leitura.

 

“Receber o lançamento do Proler
Bibliotecas em Alagoas é resultado de uma trajetória construída com dedicação
ao longo dos anos. Nosso estado manteve viva essa política mesmo em períodos
desafiadores, e agora participa de um novo ciclo que amplia oportunidades,
forma leitores e fortalece nossas bibliotecas como espaços fundamentais para a
cidadania e o desenvolvimento cultural”, afirmou a secretária.

 

As inscrições para o programa seguem
até o dia 26 de abril, por meio do site do Mapa da Cultura. O
processo é totalmente digital e destinado a bibliotecas públicas, comunitárias,
unidades prisionais com espaços de leitura e serviços de atenção à pessoa
egressa do sistema prisional.

 

Serão selecionadas 437 iniciativas
em todo o país, incluindo bibliotecas públicas, comunitárias, unidades
prisionais e serviços especializados. As instituições participantes terão
acesso a uma trilha formativa completa, com cursos, encontros, orientações
metodológicas e acompanhamento técnico, além de receberem o Kit Proler,
certificação e integração à Rede Proler Bibliotecas.

 

A coordenadora do Proler Alagoas e
do Sistema de Bibliotecas Públicas do Estado, Mira Dantas, ressaltou o papel
histórico do estado na continuidade do programa e o reconhecimento nacional com
a escolha para sediar o lançamento.

 

“Desde a criação do Proler, Alagoas
assumiu o desafio de manter ativa a política de incentivo à leitura, mesmo
diante das dificuldades enfrentadas em nível nacional. A escolha do nosso
estado para esse lançamento simboliza o reconhecimento desse trabalho contínuo
e coletivo, que manteve viva a formação de leitores e a atuação dos comitês
locais ao longo dos anos”, destacou.

 

Proler Alagoas

 

Criado em 1992, o Proler surgiu com
a missão de ampliar o acesso ao livro e incentivar práticas de leitura em todo
o Brasil, a partir da atuação de comitês estaduais articulados pelo Ministério
da Cultura em parceria com as secretarias de cultura.

 

Com o passar dos anos, a redução do
apoio federal e as dificuldades de manutenção levaram à descontinuidade de
grande parte desses comitês. Em meio a esse cenário, apenas os estados de
Alagoas e Mato Grosso do Sul conseguiram manter suas estruturas ativas.

 

Em Alagoas, a permanência do Proler
foi sustentada pelo esforço local e pelo apoio do Governo de Alagoas, através
da Secretaria de Estado da Cultura e Economia Criativa (Secult), que garantiu a
continuidade das ações mesmo diante da ausência de uma política nacional
permanente. 


FONTE: Governo de Alagoas

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