Seprev reúne comunidades terapêuticas para reforçar política de acolhimento | Governo do Estado de Alagoas

23/02/2026 17:06 | ServiçosSegurança

Seprev reúne comunidades terapêuticas para reforçar política de acolhimento

Encontro discutiu o aprimoramento do serviço, que beneficia mais de 5 mil pessoas todos os anos com tratamento para dependência química


Gestores e equipes técnicas debateram desafios e estratégias para garantir um atendimento cada vez mais humanizado

Everton Dimoni / Ascom Seprev

A Secretaria de Estado de Prevenção à Violência (Seprev) promoveu,
nesta segunda-feira (23), um encontro com representantes das comunidades
terapêuticas credenciadas à Rede Acolhe para dialogar sobre as ações de
acolhimento a dependentes químicos em Alagoas.

 

Durante o encontro, gestores e equipes técnicas debateram
desafios e estratégias para garantir um atendimento cada vez mais humanizado,
eficiente e integrado.

 

Na ocasião, o secretário de Estado de Prevenção à Violência,
Ricardo Dória, ressaltou que o encontro fortalece a parceria entre o poder
público e as instituições que atuam diretamente no cuidado às pessoas em
situação de vulnerabilidade.

 

“O diálogo aberto e colaborativo é essencial para avançarmos
em políticas públicas mais humanas e integradas. A Rede Acolhe é referência
para outros estados da federação, e nossa missão enquanto gestão pública é
assegurar a efetividade deste serviço. Para isso, a aproximação com as
comunidades é fundamental”, afirmou o secretário.

 

Atualmente, a Rede Acolhe conta com 21 comunidades
terapêuticas, que juntas disponibilizam cerca de 500 vagas para tratamento
voluntário, tanto na capital quanto no interior do estado. Todos os anos, mais
de 5 mil pessoas são encaminhadas para tratamento e têm a oportunidade de
escrever uma nova história de vida, com mais saúde e dignidade.

 

Durante a reunião, foram deliberadas questões prioritárias
para o fortalecimento do serviço, como a contratação de profissionais e a
implantação de um sistema de triagem remota para agilizar o processo de
acolhimento. Para as comunidades, essas medidas representam mais segurança e
celeridade no atendimento.

 

“A dependência química exige uma abordagem ampla, que vai
além da saúde mental, envolvendo assistência social, atenção integral à saúde e
prevenção à violência. O encontro de hoje reforçou que a parceria com o poder
público é essencial para salvar vidas”, afirmou Cristiana de Souza, presidente
da comunidade Gênesis e da Federação das Comunidades Acolhedoras de Alagoas (Fratercom).

 

Apoio

 

A reunião com as comunidades contou com a presença do
deputado federal Rafael Brito. Na oportunidade, o parlamentar destacou a
relevância do acolhimento e do cuidado com pessoas em situação de maior
vulnerabilidade social.

 

“Quando a comunidade terapêutica chega, muitas vezes este é o
último recurso do dependente químico. O trabalho de acolhimento é um serviço
que ajuda a salvar vidas e cuidar das pessoas, principalmente de quem mais precisa”,
afirmou o deputado.



Fonte: Governo de Alagoas