
ALAGOAS – Homem é preso em Campo Alegre por destruir provas durante ação da PCAL; se passava por policial para cometer crimes contra mulheres.
Segundo informações fornecidas pelo 75º Distrito Policial de Campo Alegre, sob o comando do delegado Círio Mendes, o suspeito se passava por um policial da Divisão Especial de Investigação e Capturas (DEIC) e alegava ter parentesco com um juiz, quando, na realidade, trabalhava como motorista em uma usina.
Durante a operação, os agentes policiais tinham o intuito de confiscar celulares, tablets, pendrives, notebooks e outros dispositivos de armazenamento que estivessem em posse do homem. No entanto, ao perceber a presença da equipe, o suspeito deletou o aplicativo WhatsApp de seu celular, o que configurou destruição de provas essenciais para a investigação em curso.
De acordo com a investigação, o criminoso já respondia por diversos delitos praticados via internet, incluindo ameaças, stalking, importunação sexual e extorsão. Ele coagia suas vítimas a manterem relações sexuais ou enviarem conteúdo íntimo sob ameaça de divulgação pública.
Além disso, as autoridades constataram que o homem era responsável por causar danos psicológicos a suas vítimas, levando uma delas a desenvolver quadros de depressão devido às constantes perseguições e chantagens.
O mandado de busca e apreensão foi expedido pela Vara do Único Ofício de Campo Alegre, e as investigações continuam em andamento com o objetivo de reunir mais provas e identificar outras possíveis vítimas do agressor.


