
BRASIL – Lexa anuncia morte da filha recém-nascida após complicações no parto: entenda a síndrome de Hellp e a pré-eclâmpsia.
A pré-eclâmpsia é uma condição obstétrica que ocorre geralmente após a 20ª semana de gestação e é caracterizada por causar hipertensão arterial na gestante. Segundo a médica ginecologista e obstetra Joeline Cerqueira, especializada em Reprodução Humana, a pré-eclâmpsia afeta a circulação sanguínea entre a mãe e o feto, o que pode levar a complicações graves como a síndrome Hellp e a eclâmpsia.
A eclâmpsia é uma condição em que a gestante pode ter convulsões ou entrar em coma, enquanto a síndrome Hellp é uma complicação que afeta o fígado, os rins e outras partes do corpo. A pré-eclâmpsia requer tratamento para evitar riscos para a vida da mãe e do bebê, e alguns dos fatores de risco dessa condição incluem a primeira gestação, pressão arterial alta, diabetes, obesidade e histórico familiar.
A prevenção e redução de riscos da pré-eclâmpsia podem ser feitas por meio do acompanhamento médico durante o pré-natal, onde medicações como cálcio e AAS infantil podem ser prescritas para reduzir as chances de desenvolver a condição. Além disso, é importante estar atento aos sintomas como dor de cabeça intensa, inchaço, ganho de peso repentino, dificuldade para respirar e alterações na visão.
No tratamento da pré-eclâmpsia, o controle da pressão arterial é essencial, podendo incluir o uso de medicamentos e mudanças na alimentação e no estilo de vida da gestante. Infelizmente, mesmo com todos os cuidados e tratamentos disponíveis, a pré-eclâmpsia ainda pode resultar em complicações graves, como foi o caso da pequena Sofia e de sua mãe, a cantora Lexa.


