
BRASIL – Prefeitura de São Paulo substituirá empresas de ônibus alvos de operação policial por suspeita de envolvimento com o crime organizado.
A operação policial, denominada Fim da Linha, revelou suspeitas de ligação dos diretores com a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). As linhas concedidas às empresas alcançam aproximadamente 650 mil passageiros diariamente, com uma remuneração de R$ 800 milhões pagos pela prefeitura em 2023.
A prefeitura não estabeleceu um prazo específico para a completa substituição das empresas, no entanto, assegurou que o atendimento à população continuará sem interrupções. Tal mudança ocorre com o intuito de assegurar a qualidade dos serviços prestados aos usuários do transporte público na cidade de São Paulo.
A medida adotada pela administração municipal visa garantir a transparência e a regularidade na concessão das linhas de ônibus, visando a segurança e o conforto dos passageiros. A substituição das empresas é vista como um passo fundamental para coibir práticas ilícitas e fortalecer o sistema de transportes da capital paulista.
Em meio a essa reestruturação no setor de transporte público, a prefeitura reafirma o compromisso com a melhoria contínua dos serviços prestados à população, ressaltando a importância de parcerias sólidas e transparentes com as empresas concessionárias.


