
BRASIL – Jovem baleada na cabeça por agentes da PRF apresenta melhora clínica progressiva e sem sinais de sequelas permanentes irreversíveis.
Com o apoio da ventilação mecânica, Juliana passou por uma traqueostomia, mas já se encontra respirando de maneira autônoma. Além disso, a suspensão da sedação na última quinta-feira permitiu que ela demonstrasse abertura ocular espontânea, interagisse com o ambiente e com outras pessoas, obedecesse a comandos, mobilizasse os membros do corpo e mantivesse a sensibilidade preservada. Do ponto de vista neurológico, a paciente está progredindo significativamente, recuperando suas funções motoras e cognitivas de forma incipiente, sem sinais de sequelas permanentes.
A família de Juliana expressou alívio diante dessas notícias positivas, destacando que a jovem está cada vez mais próxima da recuperação total. Washington Leite, tio da paciente, ressaltou a importância das energias positivas enviadas por todos que estão acompanhando o caso.
A PRF destacou que está investigando o ocorrido e que afastou preventivamente os agentes envolvidos na abordagem que resultou no incidente. Este caso chama atenção para a regulamentação do uso da força durante operações policiais, com o governo publicando um decreto que considera o emprego de arma de fogo como último recurso.
Infelizmente, situações como esta não são isoladas. Em 2023, a morte da menina Heloísa dos Santos Silva, de 3 anos, vítima de disparos de policiais rodoviários federais, evidencia a complexidade e gravidade de abordagens policiais que resultam em consequências trágicas. É fundamental que as autoridades competentes investiguem e tomem medidas para evitar que casos como estes se repitam no futuro.


