
BRASIL – Presidente em exercício da Coreia do Sul tranquiliza aliados e mercados após suspensão de Yoon Suk Yeol por tentativa de lei marcial.
Em uma tentativa de estabilizar a liderança do país, o principal partido da oposição decidiu não acusar Han por seu envolvimento na decisão de lei marcial de Yoon. O líder do Partido Democrata, Lee Jae-myung, afirmou que a confusão gerada por impeachments excessivos poderia prejudicar a governança nacional, optando assim por não prosseguir com os procedimentos de impeachment.
Enquanto isso, Yoon não compareceu a um interrogatório sobre sua decisão de lei marcial e enfrenta possíveis acusações de insurreição, abuso de autoridade e obstrução do exercício de direitos pelas pessoas. Han, tecnocrata escolhido por Yoon como primeiro-ministro, assumiu interinamente a presidência de acordo com a constituição, enquanto o caso de Yoon é encaminhado ao Tribunal Constitucional.
A declaração de lei marcial de Yoon causou preocupação nos mercados e entre os parceiros diplomáticos da Coreia do Sul, temerosos quanto à capacidade do país de conter possíveis provocações da Coreia do Norte. Biden assegurou a Han que a aliança entre EUA e Coreia do Sul permanece sólida, e Washington trabalhará em conjunto para fortalecer essa parceria e a cooperação trilateral com o Japão.
Diante da situação política delicada do país, os parceiros internacionais aguardam com expectativa a resolução constitucional do caso de Yoon e a realização de eleições dentro do prazo estabelecido. As autoridades financeiras sul-coreanas também se comprometeram a atuar para estabilizar os mercados, adotando medidas econômicas necessárias para evitar a volatilidade financeira.
Com eventos políticos recentes considerados como choques temporários, o país busca manter a estabilidade econômica e política durante esse período de transição. O Banco da Coreia e o regulador financeiro estão prontos para intervir conforme necessário, visando proteger a economia sul-coreana de potenciais impactos negativos.


