
BRASIL – Risco elevado para sarampo em 86% das cidades do Brasil preocupa autoridades de saúde durante conferência nacional.
Flávia destacou a importância de ampliar a sensibilidade na definição de casos suspeitos de sarampo, bem como a necessidade de apresentar o número de amostras recebidas de pacientes com febre e exantema. A comissão também ressaltou que, apesar de melhorias na cobertura vacinal, em estados como Rio de Janeiro, Amapá, Pará e Roraima a situação é preocupante para a manutenção da eliminação do sarampo e da rubéola.
Recomendações foram feitas para padronizar um fluxograma de resposta rápida a casos suspeitos e vacinar atletas brasileiros em parceria com o Ministério do Esporte e ligas esportivas. A busca ativa de casos de sarampo e rubéola foi mencionada como uma maneira de fortalecer a vigilância municipal.
Em junho deste ano, o país completou dois anos sem casos autóctones de sarampo, o que permite a possibilidade de retomar a certificação de “livre de sarampo”. As ações para controlar e prevenir a doença são essenciais para garantir a saúde da população e evitar surtos.
A situação epidemiológica do sarampo no Brasil exige atenção e ação rápida das autoridades de saúde, visando proteger a população e evitar retrocessos no combate à doença. O engajamento de todos os setores da sociedade é fundamental para garantir a segurança e bem-estar de todos.









