
Alagoanos são resgatados de trabalho escravo em usina de álcool em SP pela fiscalização do Ministério do Trabalho
Além dos alagoanos, também foram resgatados trabalhadores naturais de Pernambuco, Bahia e do interior de São Paulo. De acordo com a fiscalização, os trabalhadores alegaram que estavam trabalhando sem carteira assinada há três meses e tinham que arcar com custos de aproximadamente R$ 300,00 referentes a aluguel e energia nos alojamentos precários. Além disso, o empregador não fornecia água potável e havia diversas outras irregularidades no local de trabalho.
Os auditores fiscais do Trabalho exigiram o pagamento das verbas trabalhistas devidas e também solicitaram o registro dos trabalhadores, bem como o pagamento das passagens de retorno para aqueles que pretendessem voltar aos seus estados de origem. O combate ao trabalho análogo à escravidão pode ser denunciado de forma remota e sigilosa através do Sistema Ipê, disponível no site do Ministério do Trabalho.
As informações oficiais sobre as ações de combate ao trabalho análogo à escravidão no Brasil estão disponíveis no Radar da Inspeção do Trabalho, também presente no site do Ministério. A operação de resgate dos trabalhadores alagoanos em Boituva evidencia a importância da fiscalização e combate a esse tipo de prática abusiva no país.









