
Deputados alagoanos acusam judiciário de ditadura em defesa de candidato investigado por golpes bancários em São Paulo.
Alfredo Gaspar, ex-promotor de Justiça e ex-secretário de Segurança Pública de Alagoas, Fábio Costa, delegado licenciado da Polícia Civil de Alagoas, e Marx Beltrão, deputado federal e ex-prefeito de Coruripe, manifestaram seu apoio incondicional a Marçal. Contudo, a reputação do candidato levantou questionamentos, uma vez que ele possui um histórico de envolvimento em atividades criminosas, incluindo furto qualificado e associação com quadrilhas especializadas em roubos a bancos.
A atuação de Marçal em um caso de golpes bancários também veio à tona, com informações reveladas por registros processuais da 11ª Vara Federal em Goiânia. O candidato foi condenado em 2010 a quatro anos e cinco meses de reclusão por furto qualificado, mas devido a prescrição punitiva, não chegou a cumprir a pena. A Polícia Federal destacou que Marçal colaborou com informações sobre indivíduos envolvidos em esquemas fraudulentos na internet, sendo responsável por obter listas de e-mails de possíveis vítimas e realizar a manutenção dos computadores utilizados pelos golpistas.
Os deputados alagoanos alegaram que a decisão da Justiça Eleitoral em remover as redes sociais de Marçal configura censura à campanha do candidato, utilizando o termo “ditadura do judiciário” para denunciar o que consideram uma interferência indevida. No entanto, a controvérsia em torno do histórico de Marçal levanta questões sobre a idoneidade dos políticos que o apoiam, especialmente diante de acusações de improbidade administrativa contra Marx Beltrão em 2018 durante sua gestão como prefeito de Coruripe.
Em meio a esse embate político, a população aguarda por esclarecimentos adicionais e transparência por parte dos envolvidos, com a expectativa de um debate eleitoral mais focado em propostas e ética na vida pública. A atuação dos deputados alagoanos em defesa de Marçal levanta preocupações sobre os valores e princípios que regem a política no estado e no país.










Nada demais quando parte desse trio de bolsonaristas.