
ALAGOAS – Secretaria de Estado da Saúde monitora situação da Monkeypox em Alagoas em parceria com Secretarias Municipais de Saúde.
De acordo com o infectologista da Sesau, Renee Oliveira, a circulação da Monkeypox em Alagoas está controlada no momento. Mesmo diante do alerta global relacionado à doença, o Estado tem adotado medidas eficazes para prevenir a propagação do vírus. A Monkeypox apresenta sintomas como febre, calafrios, feridas na pele, gânglios inchados, dores de cabeça e no corpo, entre outros.
Renee Oliveira ressaltou que a Monkeypox voltou a ser uma emergência sanitária global, devido ao aumento de casos na África e à descoberta de uma nova variante do vírus. A Organização Mundial de Saúde (OMS) tem se mostrado preocupada com a disseminação dessa nova variante para outros continentes, o que poderia resultar em um aumento significativo no número de casos e de mortalidade.
No entanto, o infectologista enfatizou que a situação da Monkeypox no Brasil e em Alagoas está controlada, sem registro de um aumento expressivo de casos. Medidas preventivas, como orientações sobre transmissão, contato físico e sexual, e oferta de vacina para grupos específicos, têm contribuído para conter a doença no Estado.
O diagnóstico da Monkeypox é realizado a partir da coleta de material das lesões presentes no paciente, que são analisadas no Laboratório Central de Alagoas (Lacen/AL). O secretário de Estado da Saúde, Gustavo Pontes de Miranda, destacou o compromisso da pasta em prevenir novos casos da doença e em preparar a Rede Estadual de Saúde para atender possíveis pacientes com Monkeypox.
Até o momento, Alagoas registrou 27 casos de Monkeypox, com a maioria dos pacientes do sexo masculino e com idade entre 20 e 39 anos. O último caso foi registrado em maio deste ano, no município de Arapiraca. A Sesau continua vigilante e trabalhando para garantir a segurança e a saúde da população alagoana em meio à pandemia da Monkeypox.









