
BRASIL – Oito países europeus registram 69 casos de febre do Nilo Ocidental, com oito mortes, alerta Centro Europeu de Prevenção.
De acordo com o Centro Europeu de Prevenção e Controle de Doenças, os países afetados são Grécia, Itália, Espanha, Áustria, Hungria, Sérvia, França e Romênia. A Grécia foi a mais atingida, com 31 casos e cinco mortes, seguida pela Itália com 25 casos e duas mortes, além da Espanha, que registrou cinco casos e uma morte.
O centro ressaltou que, apesar de o número total de casos estar dentro do esperado para este período do ano, a Grécia e a Espanha apresentam uma incidência maior em comparação com anos anteriores. Porém, os sintomas e a gravidade dos casos são semelhantes aos anos anteriores, e todas as regiões afetadas já haviam registrado casos anteriormente.
Com condições climáticas favoráveis à disseminação da doença, a expectativa é que novos casos de febre do Nilo Ocidental em humanos sejam reportados nas próximas semanas e meses. O vírus é transmitido pela picada de mosquitos infectados, principalmente do gênero Culex, e os hospedeiros naturais são aves silvestres, que atuam como amplificadores do vírus.
Além disso, a infecção também pode afetar humanos, equinos, primatas e outros mamíferos. Os fatores de risco estão relacionados à presença do ser humano em áreas rurais e silvestres onde haja presença do mosquito infectado.
A febre do Nilo Ocidental pode se manifestar de forma assintomática ou com sintomas variados, desde leves, como febre e cansaço, até casos mais graves, com comprometimento do sistema nervoso. Outras formas de transmissão da doença incluem transfusão sanguínea, transplante de órgãos e transmissão transplacentária.
O alerta está dado para que as autoridades de saúde tomem medidas urgentes para conter a propagação do vírus e proteger a população. O monitoramento e a prevenção são essenciais para combater a febre do Nilo Ocidental e evitar que mais vidas sejam perdidas para essa doença séria e perigosa.









