ALAGOAS – Sesau promove Oficina sobre Diversidade Sexual e de Gênero para promover equidade nos serviços de saúde.

Na última quinta-feira, 20 de junho de 2024, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) promoveu uma importante Oficina sobre Diversidade Sexual e de Gênero. O evento, intitulado “Oficina de Humanização: Diversidade Sexual e de Gênero: Promovendo a equidade nos serviços e no atendimento ao usuário”, foi realizado no auditório da Escola de Governo de Alagoas (Egal), em Maceió, e contou com a participação das unidades de saúde da Rede Estadual de Saúde.

A iniciativa teve como objetivo orientar e sensibilizar os gestores e técnicos das unidades de saúde sobre a importância do acolhimento e estratégias para o enfrentamento aos preconceitos durante a assistência. A oficina destacou a Política Nacional de Humanização (PNH) e foi organizada pela Gerência de Atenção Primária (GAP) e pela Gerência de Desenvolvimento e Educação em Saúde (GDES) da Sesau.

Durante o evento, foram realizadas palestras sobre Sexualidade, Identidade de Gênero, Orientação Sexual, Humanização, Acolhimento da população LGBTQIAPN+, Saúde Mental e Enfrentamento às Violências. Marcos Paulo Santana, técnico de referência da Política de Atenção Integral à Saúde da População LGBTQIAPN+ da Sesau, ressaltou a importância de discutir o tema para promover espaços inclusivos e respeitosos.

Segundo Santana, a diversidade é um princípio do Sistema Único de Saúde (SUS) e é fundamental para promover o respeito e a equidade no atendimento à população. A Sesau vem atuando na qualificação dos profissionais de saúde com o objetivo de oferecer um ambiente acolhedor e humanizado, além de desenvolver políticas públicas e programas de atenção à saúde que atendam às necessidades específicas da população LGBTQIAPN+.

A supervisora de Humanização em Saúde da Sesau, Marília Correia, destacou a importância de capacitar os profissionais de saúde para garantir um atendimento inclusivo e respeitoso. A iniciativa visa não apenas beneficiar os usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), mas também proporcionar um ambiente de trabalho livre de preconceitos e com mecanismos para combater a violência e proteger as populações em vulnerabilidade. A oficina foi um passo importante rumo à construção de uma rede de saúde mais humanizada e atenta às diversidades de gênero e sexualidade.