
BRASIL – Aumento de 768,7% nos casos de coqueluche em São Paulo preocupa autoridades de saúde e destaca importância da vacinação
A coqueluche, também conhecida como tosse comprida, é uma infecção respiratória causada pela bactéria Bordetella. Essa doença pode ser especialmente perigosa em crianças, podendo levar à insuficiência respiratória e até mesmo à morte. Felizmente, existe uma forma eficaz de prevenção por meio da vacina pentavalente, oferecida gratuitamente pelo SUS aos 2, 4 e 6 meses de vida, com reforços aos 15 meses e aos quatro anos.
A doença tende a se disseminar mais facilmente em períodos de clima ameno ou frio, como na primavera e no inverno, quando as pessoas passam mais tempo em ambientes fechados. A coqueluche é altamente transmissível e pode gerar até 17 casos secundários a cada infecção, tornando-a tão contagiosa quanto o sarampo e a varicela e muito mais do que a covid-19.
A vacinação é a principal forma de prevenção, principalmente nos primeiros meses de vida. A recomendação da Secretaria de Saúde é que gestantes, profissionais de saúde e também profissionais de berçários e creches sejam imunizados. A cobertura vacinal para a coqueluche atinge atualmente 76,3% no estado de São Paulo, sendo essencial reforçar a vacinação periodicamente para manter a imunidade.
É importante ressaltar que a coqueluche passa por fases distintas, desde a fase catarral, com febre e tosse seca, até a fase paroxística, com crises de tosse intensas que podem comprometer a respiração, e finalmente a fase de convalescença, onde os sintomas diminuem gradualmente.
Para esclarecer dúvidas sobre vacinação, o portal “Vacina 100 Dúvidas” disponibiliza as 100 perguntas mais frequentes sobre vacinação, incluindo informações sobre efeitos colaterais, eficácia das vacinas e a importância da imunização. O acesso está disponível no link fornecido pela Secretaria de Saúde de São Paulo.









