
BRASIL – Geraldo Alckmin comemora parceria comercial Brasil-China: crescimento de 17 vezes e promessas de novos acordos e investimentos futuros.
Durante a VII Sessão Plenária da Comissão Sino-Brasileira de Alto Nível de Concertação (Cosban), Alckmin enfatizou a importância do investimento mútuo entre os dois países. Ele destacou a variedade de produtos brasileiros que a China importa, como soja, minério de ferro, petróleo, carnes e açúcares, enquanto empresas brasileiras como Embraer, Vale, Suzano e outras estão presentes no mercado chinês. Ao mesmo tempo, empresas chinesas como BYD e GWM têm investido no Brasil para fortalecer a relação bilateral.
O vice-presidente também mencionou as novidades resultantes do encontro, como a abertura do mercado chinês para a noz-pecã brasileira, o acordo sanitário para uva e gergelim, e a exportação de café para a rede Luckin Coffee, no valor de US$ 500 milhões para os próximos anos. Além disso, 42 frigoríficos brasileiros foram habilitados a exportar para a China, fortalecendo a indústria de carnes do Brasil.
Alckmin ressaltou a parceria entre a Sinovac e a Fiocruz para a produção de terapias celulares e vacinas, contribuindo para o avanço do setor de saúde brasileiro. Ele também destacou os investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e o potencial do transporte de passageiros nas regiões metropolitanas brasileiras, destacando o projeto do trem intercidades de São Paulo a Campinas.
Sobre a reconstrução após a catástrofe climática no Rio Grande do Sul, Alckmin expressou confiança de que a reconstrução superará a destruição. Ele também abordou questões relacionadas ao comércio internacional, defendendo o livre mercado e destacando o apoio aos pequenos exportadores brasileiros. Alckmin mencionou a importância da desburocratização, citando a licença Flex que agiliza o desembaraço de importações na alfândega.
No geral, a visita de Alckmin à China foi marcada por discussões produtivas e acordos comerciais que visam fortalecer a parceria entre os dois países e impulsionar o crescimento econômico e a geração de empregos no Brasil. A relação Brasil-China é estratégica e promissora, abrindo novas oportunidades de negócios e cooperação entre as nações.









