
BRASIL – Relatório da Unesco destaca importância das Áreas Marinhas Protegidas na preservação da biodiversidade oceânica e na segurança alimentar.
Além disso, o relatório destaca que a maioria das áreas protegidas está localizada no mar territorial, sendo fundamental para a conservação de espécies e recursos naturais. No Brasil, as unidades de conservação abrangem 27% do mar territorial, mostrando o compromisso do país com a preservação marinha.
Outro ponto abordado no relatório é o impacto do aquecimento global nos oceanos, causado pelo excesso de emissão de gases de efeito estufa. O documento aponta um avançado processo de elevação da temperatura das águas, acidificação, queda das taxas de oxigênio e elevação do nível dos mares, demonstrando a urgência de ações para mitigar esses efeitos.
O relatório ressalta a importância de políticas baseadas em áreas para gerir de forma sustentável as atividades no oceano, destacando a absorção de carbono pelos ecossistemas costeiros como manguezais e pântanos de maré. No entanto, o documento alerta que esses ecossistemas estão sob ameaça e que a proteção dessas áreas é essencial para a redução das pressões sobre os ecossistemas marinhos.
Além disso, o relatório aponta preocupações com a eutrofização dos oceanos, causada pelo excesso de nutrientes, e com a presença crescente de plásticos no oceano. Estudos mostram que o consumo de microplásticos por peixes representa um risco à saúde e a necessidade de estratégias para mitigar esses impactos.
Diante do aumento da população mundial e da pressão sobre a produção de alimentos, a sustentabilidade da vida marinha se torna crucial, já que os animais aquáticos e as algas são importantes fontes de alimentação. O relatório enfatiza a importância de compreender o papel dos alimentos aquáticos na segurança alimentar e na mitigação dos desafios ambientais futuros.









