
BRASIL – Rio Grande do Sul possui 722 abrigos temporários em decorrência das fortes chuvas, inundações e enxurradas, com mais de 81 mil pessoas abrigadas.
Mais de 81 mil pessoas estão abrigadas nessas estruturas temporárias, distribuídas em 446 municípios gaúchos. O número de abrigos e de desabrigados pode variar de acordo com a demanda, já que muitos atingidos vão e voltam conforme as condições climáticas se alteram. O secretário de Desenvolvimento Social, Beto Fantinel, ressaltou a importância de manter os abrigos em funcionamento de acordo com a necessidade da população afetada.
Apesar dos esforços para atender a população desabrigada, ainda há previsão de novas chuvas intensas para o estado, o que agrava a situação. Em Porto Alegre, por exemplo, o nível do Lago Guaíba voltou a subir, podendo ultrapassar os cinco metros, significativamente acima do nível de inundação.
Diversos órgãos e entidades governamentais estão mobilizados para prestar assistência aos afetados, como o Ministério do Desenvolvimento Social, Ministério da Saúde, Defesa Civil nacional e local, além do Fundo Internacional de Emergência das Nações Unidas para a Infância (Unicef). A identificação das necessidades específicas de cada abrigo, como acesso à água potável, alimentos, medicamentos e itens de higiene, é uma das prioridades das equipes de resgate e assistência.
Até o momento, foram registradas 143 mortes causadas pelas condições climáticas adversas no Rio Grande do Sul, além de 125 pessoas desaparecidas e mais de meio milhão de desalojados. A solidariedade da população e os esforços das autoridades são fundamentais para enfrentar essa crise e auxiliar aqueles que mais precisam.









