
Turistas denunciam instalação de câmeras em apartamento alugado para Réveillon em Maceió e acionam a polícia e advogado.
Segundo o coordenador da Operação Policial Litorânea Integrada (Oplit), Antônio de Pádua, o casal chegou ao apartamento vindo de Maragogi e, após tomarem banho e se arrumarem, notaram a presença de câmeras na sala e no quarto. Ao entrarem em contato com a proprietária do imóvel, foram informados de que as câmeras estavam desligadas, no entanto, ao verificarem, perceberam que os equipamentos estavam em pleno funcionamento.
Diante dessa situação, os turistas prontamente procuraram a base da Oplit na Ponta Verde para registrar um Boletim de Ocorrência e também entraram em contato com um advogado, visando tomar medidas legais em relação ao ocorrido.
Antônio de Pádua ressaltou a importância das pessoas ficarem atentas a esse tipo de situação ao chegarem em locais de hospedagem, seja em hotéis, pousadas ou apartamentos. Ele orientou que os turistas verifiquem se existem câmeras visíveis ou ocultas, e também recomendou que façam registros para criar provas em caso de necessidade.
A presença de câmeras em locais de hospedagem levanta questões de privacidade e segurança, e é essencial que os proprietários e administradores desses estabelecimentos ajam de forma transparente em relação à presença de equipamentos de monitoramento.
O casal de turistas, que buscou curtir o Réveillon em Maceió, acabou se deparando com uma situação incômoda que os levou a tomar medidas legais para se resguardar. A presença de câmeras em um ambiente privado levanta debates sobre os direitos dos hóspedes e a responsabilidade dos proprietários em garantir a privacidade e segurança dos mesmos durante sua estadia.









