ALAGOAS – Sesau promove treinamento sobre pé diabético para médicos e enfermeiros do Agreste, Sertão e Baixo São Francisco.

Na próxima terça-feira (19), a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) promoverá um treinamento para médicos e enfermeiros da Atenção Básica dos 46 municípios da II Macrorregião de Saúde. O objetivo é capacitar os profissionais para identificar e tratar o pé diabético, uma complicação comum em pacientes com diabetes não controlada.

O treinamento abrangerá profissionais do Agreste, Sertão e Baixo São Francisco, e acontecerá no auditório do Fórum de Palmeiras dos Índios, das 8h às 13h. Durante o evento, os participantes serão instruídos sobre estratégias de prevenção, através de iniciativas educativas e exames periódicos. A iniciativa é uma ação da Supervisão de Condições Específicas (SUCESP) da Sesau.

O pé diabético é caracterizado por uma série de alterações nos pés de pessoas com diabetes não controlada. Problemas na circulação dos membros inferiores e infecções são complicações comuns, levando ao surgimento de feridas que não cicatrizam e infecções nos pés. Se não tratado, o pé diabético pode levar à necessidade de amputação do membro.

De acordo com Gláucia Torres, supervisora de Condições Específicas da Sesau, é fundamental que os enfermeiros e médicos da Atenção Básica participem do treinamento para evitar tais complicações. O secretário de Estado da Saúde, Gustavo Pontes de Miranda, ressalta a importância das capacitações para evitar amputações em pacientes diagnosticados com diabetes.

Os treinamentos ajudam os profissionais a prestar um atendimento mais atento, evitando complicações que levem à necessidade de assistência hospitalar de Alta Complexidade e, principalmente, que resultem em amputações. Portanto, a Sesau busca assegurar que os profissionais da saúde estejam preparados para identificar, tratar e prevenir o pé diabético, visando o bem-estar e a saúde dos pacientes.

O pé diabético é uma complicação séria que demanda atenção e cuidado por parte dos profissionais de saúde. Com o treinamento proposto pela Sesau, espera-se que médicos e enfermeiros estejam mais bem preparados para lidar com essa questão, oferecendo um cuidado mais eficaz e evitando complicações que possam afetar a qualidade de vida dos pacientes.