
BRASIL – Rio de Janeiro identifica caso de dengue tipo 4 após três anos e intensifica ações de controle do mosquito transmissor.
De acordo com a Secretaria de Saúde, a vigilância dos casos e as ações de controle do mosquito transmissor, o Aedes aegypti, estão sendo mantidas constantemente. A sorotipagem do vírus foi confirmada pelo Laboratório Central de Saúde Pública Noel Nutels, da Secretaria de Estado de Saúde. Até o momento, foram realizadas mais de seis mil identificações virais de dengue em 2023, com 5.532 identificações do tipo 1, 820 do tipo 2 e apenas um caso do tipo 4.
Além disso, a Secretaria de Saúde ressaltou que as ações de controle do mosquito são realizadas ao longo de todo o ano, sendo intensificadas nos meses de verão, quando o número de vítimas tende a aumentar devido à sazonalidade da doença.
Até o dia 2 de dezembro deste ano, foram visitados mais de 10 milhões de imóveis para prevenção e controle do vetor, com 2 milhões de recipientes tratados ou eliminados. A prefeitura ressaltou a importância da participação da população na prevenção de possíveis focos nas residências.
A dengue é transmitida principalmente pela picada de fêmeas de Aedes aegypti infectadas, sendo o controle do mosquito o principal método de prevenção e controle da doença, assim como de outras arboviroses urbanas, como chikungunya e Zika.
Para evitar a infestação de mosquitos, o Ministério da Saúde orienta a eliminação dos criadouros, mantendo reservatórios e qualquer local que possa acumular água totalmente cobertos com telas, capas ou tampas. Medidas de proteção contra picadas também podem ajudar, especialmente em áreas de transmissão, já que o Aedes aegypti ataca principalmente durante o dia.
Os principais sintomas da dengue são febre alta, dor no corpo e articulações, dor atrás dos olhos, mal-estar, falta de apetite, dor de cabeça e manchas vermelhas no corpo. A população deve estar em alerta e seguir as orientações das autoridades de saúde para evitar a propagação da doença.









