
BRASIL – Vandalismo compromete a circulação de ônibus e gera prejuízo mensal de R$ 2 milhões no Rio de Janeiro, aponta sindicato.
Diante desse cenário, o Rio Ônibus lançou uma página dedicada a ilustrar as consequências do vandalismo, além de distribuir folhetos informativos nos pontos de maior incidência dos ataques. A reposição de um veículo leva em média 180 dias, o que resulta em uma diminuição significativa da frota em circulação e, consequentemente, afeta diretamente o usuário do transporte público.
O presidente do Rio Ônibus, João Gouveia, afirmou em nota que mais de 70% dos usuários do transporte público na cidade do Rio dependem dos ônibus para se locomover, incluindo estudantes, professores, enfermeiros, e trabalhadores. Diante disso, a questão do vandalismo nos ônibus torna-se uma urgência que vem sendo noticiada semanalmente pelos principais veículos de comunicação.
A situação atingiu um ponto crítico no dia 23 de outubro, quando criminosos incendiaram 29 ônibus na zona oeste do Rio, gerando reflexos em pelo menos cinco bairros: Guaratiba, Inhoaíba, Paciência, Cosmos e Santa Cruz. O impacto foi sentido diretamente pelos moradores dessas localidades, que tiveram suas vias afetadas.
Diante desse cenário, o Rio Ônibus reforça a importância de agir rapidamente para conter o vandalismo nos ônibus, a fim de garantir a segurança e o direito de ir e vir de milhões de passageiros que utilizam diariamente o transporte público na cidade. A questão do vandalismo nos ônibus tornou-se um tema urgente e que requer a atenção das autoridades competentes para a resolução do problema.









