
BRASIL – Ministro da Fazenda destaca caráter coletivo da reforma tributária e critica início tardio de cortes nos juros pelo BC.
A reforma tributária foi aprovada pelo Senado no dia 8 de novembro, com um placar de 53 a 24 tanto no primeiro quanto no segundo turno. Como a proposta passou por mudanças no Senado, ela terá que voltar à Câmara dos Deputados para nova votação.
Haddad ressaltou que sempre respeitou as duas Casas do Congresso, e que criou uma Secretaria Especial Extraordinária para subsidiar os deputados e senadores, sem tentar se apropriar do trabalho coletivo. Ele citou essa abordagem como um bom paradigma para futuros projetos.
Além disso, o ministro também discutiu as negociações das pautas econômicas, como o arcabouço fiscal e a reforma tributária, no atual ambiente político brasileiro. Ele enfatizou a importância do espírito público, desprendimento e a capacidade de negociação para a efetivação de medidas econômicas.
Haddad também abordou a redução da taxa básica de juros, a taxa Selic, realizada pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central. Ele expressou a opinião de que o ciclo de queda dos juros começou tarde e que poderia ter iniciado com uma redução de 0,25 dois encontros antes. Ele também mencionou que, apesar das sucessivas reduções, o ciclo de corte de juros ainda não surtiu efeito na economia.
Em suma, a participação do ministro Fernando Haddad na Conferência Itaú Macro Vision abordou importantes temas econômicos e políticos, como a aprovação da reforma tributária, negociações no Congresso e cortes na taxa de juros, proporcionando insights relevantes sobre o cenário econômico do Brasil.









