
MACEIÓ – Secretaria Municipal de Maceió realiza capacitação sobre Sífilis Congênita para médicos pediatras da rede municipal.
A iniciativa foi conduzida pela Coordenação de IST, HIV/Aids e Hepatites Virais da SMS, e contou com a participação de profissionais da área da saúde que atuam no enfrentamento da sífilis congênita. O psicólogo Fábio Mota, coordenador do Serviço de Assistência Especializada do PAM Salgadinho, destacou a importância desse trabalho conjunto na identificação e tratamento da doença, tanto nas gestantes quanto nas crianças expostas à sífilis nas Unidades Básicas de Saúde.
O seminário foi conduzido pela médica infectopediatra Auriene Oliveira, responsável pelo acompanhamento de crianças com Sífilis Congênita no PAM Salgadinho. Ela ressaltou a importância de encontros como esse para discutir o diagnóstico, o acompanhamento e a condução desses pacientes. A médica ainda alertou para o aumento do número de casos de sífilis congênita e enfatizou a importância de uma atenção redobrada por parte dos profissionais de saúde, visando evitar sequelas graves.
A Dra. Auriene também enfatizou que a rede de saúde municipal está preparada para diagnosticar, tratar e acompanhar os pacientes com sífilis congênita. Segundo ela, as unidades básicas de saúde têm a capacidade de realizar testes e, a partir do diagnóstico, a medicação está disponível. Além disso, a especialista destacou que um tratamento adequado da gestante pode evitar a transmissão da sífilis para o bebê, e ressaltou a importância de todos os pacientes serem testados e diagnosticados para que possam receber o tratamento adequado.
Durante a capacitação, os pediatras da atenção básica receberam atualizações sobre o fluxo de atendimento da sífilis congênita, visando garantir um cuidado mais efetivo e estruturado para os pacientes. A SMS reforça a importância dessa iniciativa, que busca promover a descentralização dos atendimentos e fortalecer a rede de saúde municipal no combate à sífilis congênita.
É fundamental que os profissionais da saúde estejam constantemente atualizados e engajados no enfrentamento dessa doença, tendo em vista o aumento considerável dos casos de sífilis congênita. Somente com uma atuação integrada e uma rede de saúde fortalecida será possível garantir um tratamento adequado e prevenir sequelas graves nos pacientes.


