
BRASIL – A Itália compartilha cenas chocantes de atos violentos contra o ministro Moraes e sua família em Roma.
Na quarta-feira (30), o ministro da Justiça, Flávio Dino, anunciou que a Secretaria Nacional de Justiça (Senajus) esperava receber os vídeos das supostas agressões a Moraes até sexta-feira. A Senajus é responsável pelos pedidos de cooperação jurídica internacional. Dino informou que as imagens seriam entregues à Polícia Federal.
Alexandre de Moraes afirma ter sido hostilizado por brasileiros que o reconheceram no Aeroporto de Fiumicino, em Roma, no dia 14 de junho, quando voltava para o Brasil. Segundo o ministro, o grupo de brasileiros o ofendeu e agrediu fisicamente seu filho, que foi atingido com um tapa no rosto.
A Polícia Federal identificou, em apenas dois dias, três pessoas envolvidas no episódio. Posteriormente, foram cumpridos mandados de busca e apreensão na residência dos suspeitos: o casal Roberto Mantovani Filho e Andrea Mantovani, além do genro deles, Alex Zanatta.
É importante ressaltar que as informações sobre o caso foram obtidas a partir de um comunicado divulgado pela agência italiana de notícias Ansa Brasil. A agência foi responsável por trazer à tona os detalhes da autorização das autoridades italianas para o envio das imagens do Aeroporto de Fiumicino.
O ocorrido gerou repercussão e levantou questões sobre a segurança e a liberdade de autoridades brasileiras em viagens internacionais. Casos de hostilização e agressões a políticos têm se tornado mais frequentes e acendem o debate sobre a intolerância política no país.
A disponibilização das imagens das câmeras de segurança do aeroporto será fundamental para esclarecer os fatos e identificar possíveis responsáveis pelos atos hostis contra o ministro Alexandre de Moraes e sua família. A expectativa é que as imagens contribuam para que a justiça seja feita e punições adequadas sejam aplicadas aos envolvidos.









