
especialistas avaliam impacto de botox e emagrecimento
A cantora Simone Mendes voltou a chamar atenção ao comentar, com bom humor, sobre procedimentos estéticos e sua perda de peso. Entre as revelações, o uso de botox e o processo de emagrecimento despertaram curiosidade do público e abriram espaço para discussões sobre saúde, estética e limites desses recursos.
Para a cirurgiã plástica Dra. Iara Batalha, formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, o botox, quando bem indicado, é um aliado importante no rejuvenescimento facial.
“A toxina botulínica atua suavizando linhas de expressão e prevenindo rugas mais profundas. O resultado natural depende da técnica e da individualização do tratamento, respeitando a anatomia e as características de cada paciente”, explicou.
Segundo ela, o excesso ou a aplicação inadequada podem comprometer a harmonia facial, por isso é fundamental procurar profissionais qualificados.
O cirurgião Dr. Yuri Moresco, especialista em cirurgia plástica facial, destaca que procedimentos minimamente invasivos, como o botox, têm ganhado espaço justamente por oferecerem resultados discretos e com rápida recuperação.
“Hoje, a tendência é um rejuvenescimento mais natural, que preserve a expressão. O botox pode, inclusive, ser associado a outras técnicas, dependendo da necessidade, mas sempre com planejamento individualizado”, afirmou.
Já em relação ao emagrecimento, especialistas alertam que mudanças no peso impactam diretamente na aparência do rosto e do corpo. O cirurgião plástico Jorge Seba, membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, explica que a perda de peso pode evidenciar flacidez, especialmente em áreas como rosto, braços e abdômen.
“O emagrecimento traz benefícios para a saúde, mas também pode gerar uma necessidade de ajustes estéticos. Em alguns casos, procedimentos complementares ajudam a reposicionar tecidos e melhorar o contorno corporal”, pontuou.
Os especialistas reforçam que, tanto no caso de procedimentos estéticos quanto no emagrecimento, o mais importante é a segurança e o acompanhamento profissional. “Cada organismo responde de uma forma. Não existe fórmula pronta. O ideal é sempre buscar orientação individualizada, com foco na saúde e no bem-estar”, concluiu Iara.
FONTE: Metrópoles









