GOVERNO DE ALAGOAS – Médico do Hospital Ib Gatto Falcão alerta para sinais da epilepsia

Pedro Andrade diz que há sinais característicos do problema neurológico e que devem levantar a suspeita

Epilepsia é uma condição neurológica caracterizada por descargas elétricas anormais no cérebro

Pedro Júnior

Maju Silva / Ascom Hospital Dr. Ib Gatto

Muitas
pessoas convivem com a epilepsia sem saber e não são raros os casos em que
pacientes chegam às unidades de saúde após uma crise e descobrem, pela primeira
vez, que têm o problema neurológico. Diante desta situação, o médico Pedro
Andrade, que atua no Hospital Dr. Ib Gatto Falcão, em Rio Largo, alerta para os
sinais característicos e que devem levantar a suspeita para procurar
assistência médica preventivamente.

 

Pedro
Andrade diz que a epilepsia é uma condição neurológica caracterizada por
descargas elétricas anormais no cérebro, que podem provocar crises convulsivas,
perda de consciência, confusão mental e até alterações sensoriais. Segundo ele,
os sinais nem sempre são óbvios, o que dificulta o diagnóstico precoce.

 

Entretanto,
ao sentir estes sintomas e, de forma recorrente, é recomendável agendar uma
consulta médica, evitando que o diagnóstico de Epilepsia passe despercebido.
“Nem toda crise envolve convulsões intensas e algumas pessoas apresentam apenas
lapsos de atenção, movimentos involuntários leves ou sensação de desconexão com
a realidade. Por isso, o diagnóstico pode demorar”, explica.

 

Prevenção, diagnóstico
e tratamento

 

Embora nem
todos os casos possam ser prevenidos, alguns fatores de risco devem ser
observados, como histórico familiar, traumatismo craniano, infecções no sistema
nervoso e abuso de álcool ou drogas. “A orientação é procurar atendimento
médico ao identificar sinais suspeitos”, pontua Pedro Andrade.

 

Na maioria
dos casos, o tratamento da epilepsia é feito, conforme o médico do Hospital Dr.
Ib Gatto Falcão, com o uso contínuo de medicamentos anticonvulsivantes, que
ajudam a controlar as crises e permitem que o paciente tenha qualidade de vida.
Em situações específicas, podem ser indicadas terapias complementares ou até procedimentos
cirúrgicos.

 

“Com
acompanhamento adequado e uso correto da medicação, a maioria dos pacientes
consegue viver normalmente. O mais importante é não ignorar os sinais e buscar
ajuda o quanto antes”, reforça o médico do Hospital Dr. Ib Gatto Falcão.

 

Como agir
diante de uma crise:

 

Pedro
Andrade também orienta a população sobre como agir ao presenciar uma crise
epiléptica:

 

– Mantenha a
calma e afaste objetos que possam ferir a pessoa;

– Deite o
paciente de lado para evitar aspiração;

– Não
coloque nada na boca;

– Não tente
conter os movimentos;

– Acione o
serviço de emergência se a crise durar mais de cinco minutos.


FONTE: Governo de Alagoas

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