GOVERNO DE ALAGOAS – Operação “Falso Precatório”: PCAL apreende dinheiro, carros e eletrônicos de grupo que movimentou milhões em golpes

Ação integra investigação interestadual contra organização criminosa

Grupo teria movimentado mais de R$ 5 milhões em poucos meses

Ascom PCAL

Ascom PC/AL

A Polícia Civil de Alagoas (PCAL) participou, nesta terça-feira (24), da “Operação Falso Precatório”, prestando apoio à investigação conduzida pela Polícia Civil de Santa Catarina. 

O alvo da ação em Maceió é considerado um dos líderes da organização criminosa, um homem de 28 anos, de São Paulo, que estava residindo na capital alagoana. As diligências continuam com o objetivo de localizá-lo e efetuar sua prisão.

A ação, realizada no bairro da Ponta Verde, em Maceió, contou com equipes da Diretoria de Inteligência Policial (Dinpol), coordenada pelo delegado Thales Araújo, e da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core).

Durante o cumprimento de dois mandados de busca e apreensão em Alagoas, os policiais civis apreenderam R$ 10.470 em espécie, dois veículos, além de diversos dispositivos eletrônicos, como celulares e tablets, e uma máquina contadora de cédulas, que foram recolhidos por serem considerados instrumentos ou produtos das atividades ilícitas.

A ação em Alagoas integra uma operação de maior alcance que investiga uma organização criminosa especializada em estelionatos por meio de falsos precatórios. De acordo com as investigações, o grupo teria movimentado mais de R$ 5 milhões em poucos meses, utilizando a identidade de advogados legítimos para enganar vítimas e induzi-las a realizar transferências bancárias.

A “Operação Falso Precatório” foi deflagrada pela Polícia Civil de Santa Catarina e teve desdobramentos simultâneos nos estados de Alagoas, Bahia, São Paulo e Ceará. 

Ao todo, foram cumpridos 21 mandados de busca e apreensão e seis mandados de prisão preventiva. As investigações apontam que os valores obtidos com os golpes financiavam um padrão de vida de luxo por parte dos envolvidos, evidenciando a dimensão financeira do esquema criminoso.


FONTE: Governo de Alagoas

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