Sesau promove oficina sobre novas tecnologias de controle das arboviroses | Governo do Estado de Alagoas

24/02/2026 15:24 | Saúde

Sesau promove oficina sobre novas tecnologias de controle das arboviroses

Iniciativa ocorre até quarta-feira (25), em parceria com o Ministério da Saúde e a Fiocruz


A I Oficina sobre Novas Tecnologias de Controle Vetorial das Arboviroses ocorre até esta quarta-feira (25), na Ufal

Ruana Padilha / Ascom Sesau

A Secretaria de Estado da Saúde de Alagoas (Sesau), em
parceria com o Ministério da Saúde e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz),
iniciou, nesta terça-feira (24), a I Oficina sobre Novas Tecnologias de
Controle Vetorial das Arboviroses. O evento segue até esta quarta-feira (25) e acontece
no Instituto de Ciências Biológicas e da Saúde (ICBS), da Universidade Federal
de Alagoas (Ufal).

 

Participam da oficina especialistas, técnicos e gestores dos
governos federal, estadual e municipais. Além de Arapiraca, o encontro reúne
profissionais de Maceió, Rio Largo, Delmiro Gouveia, Coruripe, São Miguel dos
Campos, Marechal Deodoro, Penedo, União dos Palmares e Palmeira dos Índios.

 

O coordenador do Programa Estadual de Controle de Zoonoses da
Sesau, Clarício Bugarim, explicou que o encontro tem como objetivo fortalecer
estratégias de prevenção e combate a doenças como dengue, zika e chikungunya.

 

“É um momento histórico, de incorporação de novas tecnologias
no combate ao Aedes aegypti no estado. Com isso, fortalecemos, em todo o
território alagoano, as ações contra o mosquito e as principais arboviroses,
além de promover mais saúde para a população”, destacou.

 

Representando a Fiocruz, o pesquisador José Bento Pereira
Lima ressaltou a importância da capacitação para a implementação das ovitrampas
— armadilhas utilizadas para monitorar a densidade de ovos do Aedes aegypti em
pontos estratégicos das cidades. A tecnologia permite direcionar com maior
precisão as medidas de combate ao mosquito transmissor das arboviroses.

 

“Essa metodologia de vigilância permitirá identificar as
áreas com maior infestação do vetor, possibilitando direcionar as ações de controle
e reduzir o impacto das doenças que tanto afetam a população. Com a ferramenta,
conseguimos tornar o enfrentamento mais estratégico e eficiente, contribuindo
para a diminuição das arboviroses”, pontuou o pesquisador.



Fonte: Governo de Alagoas