
Idosa de 81 anos supera AVC, recebe alta do HRPI sem sequelas e comemora: “Eu renasci” | Governo do Estado de Alagoas
19/02/2026 14:09 | Saúde
Idosa de 81 anos supera AVC, recebe alta do HRPI sem sequelas e comemora: “Eu renasci”
Rápida intervenção da equipe multidisciplinar garantiu recuperação completa da idosa Maria José Pereira

Dona Maria José deixa o HRPI sorridente, após receber alta sem sequelas de um AVC
Cláudia Valéria de Oliveira
Cláudia Valéria de Oliveira / Ascom HRPI
Aos 81 anos, a idosa Maria José Pereira viveu momentos de
tensão que poderiam ter tido um desfecho trágico. Ela foi vítima de um Acidente
Vascular Cerebral (AVC) em sua cidade natal, Quebrangulo, mas, graças a
eficiência da equipe multidisciplinar do Hospital Regional de Palmeira dos
Índios (HRPI), para onde foi levada, a idosa teve a vida salva, já recebeu alta
médica e, sem sequelas, deixou a unidade hospitalar exaltando: “Eu renasci”.
O AVC ocorreu enquanto ela conversava com familiares e
começou a sentir um peso acompanhado de dormência no braço. Pouco depois, os
parentes notaram que sua fala estava confusa e arrastada. Preocupados com a
situação e atentos aos sintomas, decidiram levá-la imediatamente a uma unidade
de saúde em Quebrangulo. Lá, houve a suspeita de AVC e ela foi transferida para
o HRPI.
“Eu tentei o máximo não preocupar minha família. Pensei que
fosse da idade ou cansaço da lida do dia. Mas, um cansaço e formigamento foram tomando
conta de mim e, graças à minha família, fui levada logo para o médico. Pensei
que não fosse voltar, mas tudo correu e estou recuperada”, frisou Maria
José Pereira.
Segundo a equipe médica do HRPI, a rapidez no atendimento foi
determinante para o desfecho positivo do caso da paciente. O AVC, conhecido
popularmente como “derrame”, é considerado uma emergência médica e
cada minuto é essencial para evitar sequelas permanentes. No caso da idosa, o
reconhecimento rápido dos sintomas pela família fez toda a diferença.
Durante o período de internação, Maria José Pereira
permaneceu sob cuidados de uma equipe multidisciplinar especializada, na
Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do HRPI. Ela respondeu bem ao tratamento,
apresentou evolução clínica satisfatória e, para alívio dos familiares, não
ficou com nenhuma sequela.
Após dias de observação e diversos exames, Maria José Pereira
recebeu alta hospitalar e pôde finalmente retornar para casa. “Para nós, que
cuidamos dela, foi extremamente gratificante acompanhar sua evolução. Ela
chegou fragilizada, com dificuldade para andar e falar, mas recebeu alta médica
alegre, animada e, o mais importante, sem nenhuma sequela. Agora é vida normal
novamente”, relatou Tais Freitas, enfermeira responsável pelo acompanhamento da
paciente.
Fonte: Governo de Alagoas


