
BRASIL – Justiça determina soltura de ex-policial penal condenado por assassinato de guarda municipal em Foz do Iguaçu em 2022
Guaranho recebeu uma sentença de 20 anos de prisão pelo Tribunal do Júri de Curitiba, mas acabou sendo beneficiado com a prisão domiciliar por motivos de saúde antes mesmo do veredito ser anunciado. Após o julgamento, sua defesa entrou com um habeas corpus alegando que o condenado tem problemas de saúde e necessita de cuidados médicos específicos, além de destacar que ele foi alvejado por tiros e espancado no dia do crime.
O desembargador Gamaliel Seme Scaff, do Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR), deliberou a favor da defesa e determinou que Guaranho retornasse para a prisão domiciliar, porém agora será obrigado a utilizar tornozeleira eletrônica. A decisão causou controvérsias e dividiu opiniões na sociedade, com alguns questionando a impunidade e outros defendendo o direito à assistência médica do condenado.
O crime que resultou na morte de Marcelo Aloizio de Arruda ocorreu durante uma festa temática com viés político, onde Guaranho provocou discussões e divergências ideológicas com a vítima. A situação escalou para uma troca de tiros que culminou na fatalidade de Arruda e nas sérias lesões de Guaranho, levando-o posteriormente à prisão e à sua acusação por homicídio duplamente qualificado.
Diante desse desfecho inesperado, a sociedade civil aguarda ansiosa por mais informações e esclarecimentos sobre os próximos passos desse caso que envolve não só questões jurídicas, mas também políticas e sociais. A repercussão do veredicto e a libertação de Guaranho certamente continuarão dando o que falar e alimentando debates acalorados na sociedade paranaense.


