
Proprietário de academia em Maceió tem prisão decretada por assédio contra funcionárias, revela Polícia Civil de Alagoas
O acusado, que já estava detido desde novembro de 2024, foi indiciado após denúncias feitas pelas vítimas, que relataram terem sido vítimas de assédio e ameaças por parte do empresário enquanto trabalhavam na academia. A prisão preventiva foi decretada com base nas investigações conduzidas pela delegada Kelly Kristynne, da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher 2 (DEAM-2).
Segundo a delegada, desde outubro de 2024, o investigado vinha sendo alvo de oito inquéritos policiais para apurar os casos de assédio sexual cometidos contra suas ex-funcionárias. O empresário, que vinha repetindo esse comportamento ao longo dos anos, finalmente teve sua conduta investigada e resultou na decretação da prisão preventiva.
Por questões de sigilo judicial, o caso corre em segredo de Justiça, conforme ressaltou a delegada responsável pelo caso. A assessoria do estabelecimento não se pronunciou sobre o assunto.
O episódio reforça a importância de denunciar casos de assédio sexual e garantir que as vítimas tenham seus direitos respeitados e que os responsáveis sejam responsabilizados pelos seus atos. A Justiça segue acompanhando o desenrolar do caso para garantir que a verdade seja esclarecida e a justiça seja feita.


